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O Prémio Internacional da Liberdade de Imprensa, atribuído pelo Comité para a Proteção dos Jornalistas (CPJ), é entregue este ano a Mely Reyes (venezuelana), Amal Khalifa Idris Habbani (sudanesa), Ansatasuya Stanko (ucraniana) e Nguyen Ngoc Nhu Quynh (vietnamita).
O Comité vai entregar os prémios às jornalistas em 20 de Novembro, durante uma cerimónia a realizar em Nova Iorque, nos Estados Unidos da América, dirigida pelo veterano jornalista Bill Whitaker e presidida por Meher Tatna, que dirige a Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood, informou a organização.
O Prémio Liberdade de Imprensa Gwen Ifill vai ser entregue pelo CPJ à filipina Maria Ressa, editora do meio Rappler, uma pessoa que “mostrou feitos extraordinários e permanentes” nesta causa.
A organização realçou ainda que se trata de jornalistas que enfrentaram ameaças graves no seu trabalho.
Habbani, por exemplo, foi detida pelas suas reportagens no Sudão e Stanko foi feita refém na Ucrânia.
“As autoridades venezuelanas exigiram conhecer as fontes da jornalista de investigação Luz Mely Reyes, que veio a criar a página ‘web’ de notícias Efecto Cocuyo”, detalhou o CPJ, no seu comunicado.
Por fim, Nguyen Ngoc Nhu Quynh “foi libertada de uma prisão no Vietname este mês e, finalmente, pode reunir-se com a família, mas foi obrigada a exilar-se nos EUA”, revelou a organização.
Sobre Ressa, o CPJ recordou que a veterana do jornalismo na Ásia, com 30 anos de experiência, já foi ameaçada e o seu meio de comunicação atacado pela sua cobertura do Presidente de Filipinas, Rodrigo Duterte.
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JOYCE Banda, antiga Presidente do Malawi, é a líder política “mais confiável” do país, apesar de estar envolvida no “Cashgate”, o pior escândalo de corrupção da nação. De acordo com o jornal “Nyasa Times”, citando uma pesquisa do Instituto de Pesquisa de Opinião Pública do Malawi (IPOR), Banda lidera no “item” do político confiável à frente do actual Presidente Peter Mutharika e outros líderes de partidos políticos. Leia mais
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O Presidente Emmerson Mnangagwa exortou no domingo os zimbabweanos a se manterem unidos e fortes perante as dificuldades económicas prevalecentes, assegurando que os desafios que o país enfrenta serão superados em breve.
Falando a milhares de membros da Igreja Cristã Zion, reunidos na catedral da igreja em Mbungo Estates, para celebrar o 79º aniversário do bispo Nehemiah Mutendi e também orar por boas chuvas na próxima época agrícola, Mnangagwa disse que os desafios enfrentados pelo Zimbabwe exigiam resiliência.
“As coisas podem ter sido difíceis ou podem ainda ser difíceis (...) Estamos actualmente com problemas, mas unamo-nos (...). Devemos continuar a avançar como uma nação plenamente consciente de que os desafios actuais são temporários e que os bons tempos virão em breve ”, disse.
O Presidente zimbabweano disse que o país só irá superar rapidamente as suas dificuldades económicas se falar a uma só voz.
“Devemos sempre pregar amor e união (...) se queremos nos desenvolver como nação. É claro que haverá sempre alguns elementos empenhados em estragar, mas esses personagens não impedirão o nosso país de avançar”, frisou.
O Chefe de Estado zimbabweanos denunciou seus concidadãos que, disse, estavam empenhados em instigar manifestações e lançar sementes da instabilidade no país.
Este pronunciamento surge quando o líder da oposição Nelson Chamisa, candidato da Aliança MDC que perdeu para Mnangagwa na eleição presidencial de 30 de Julho, ameaça liderar manifestações devido a alegadas fraudes nesse escrutínio, que reclama ter vencido.
'' Há alguns de nós que vêm, mas eles não vêm claramente e outros que ouvem, mas não ouvem correctamente. Temos alguns de nós no nosso país que não querem que o nosso país avance e prospere, mas o bom é que a maioria do nosso povo quer que este país prospere ”, afirmou o Presidente.
O Presidente Mnangagwa desafiou ainda a actual geração de zimbabweanos a estar na vanguarda da busca de soluções para alguns dos desafios do país. - HERALD
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O Antigo primeiro-ministro angolano, Marcolino Moco, acredita que os conflitos em África poderiam ser resolvidos com uma maior representatividade das diversas etnias e regiões nos Governos, o que não acontece devido à herança dos Estados europeus. Leia mais
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A Amnistia Internacional pediu hoje ao Governo do Sudão que acabe com o que descreve como uma "perseguição implacável, intimidação e censura" a jornalistas.
Segundo um relatório divulgado hoje pela organização, pelo menos 15 jornalistas foram detidos pelas forças de segurança do país entre Janeiro e Outubro deste ano, actos que o grupo descreve como tentativas das autoridades sudanesas para silenciar a mídia independente.
Para Sarah Jackson, da Amnistia Internacional, o Governo tem sido "inflexível na sua repressão à liberdade de imprensa, atacando jornalistas e órgãos de comunicação".
O Presidente Omar al-Bashir, que governa o Sudão há décadas, é procurado pelo Tribunal Penal Internacional por acusações de genocídio, crimes de guerra e contra a humanidade, cometidos durante o conflito em Darfur (oeste do Sudão) que, segundo as Nações Unidas, causou mais de 300.000 mortos desde 2003 e obrigou a cerca de 2,5 milhões de pessoas a abandonarem as suas casas.
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