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O Governo britânico deverá hoje deliberar sobre o rascunho para um acordo de saída do Reino Unido da União Europeia, cujas negociações técnicas terminaram ontem.
O conselho de ministros vai reunir-se às 14:00 horas para considerar o rascunho do acordo que as equipas negociadoras alcançaram em Bruxelas e decidir os passos seguintes.
Os ministros foram convidados a visitar a residência oficial da primeira-ministra, Theresa May, durante a tarde e noite de terça-feira para consultar o documento final.
O conteúdo não foi tornado público, mas diz respeito à questão da fronteira entre o território britânico da Irlanda do Norte e a República da Irlanda, Estado membro da UE.
Tanto Londres como Bruxelas concordam na necessidade de manter a livre circulação de pessoas, bens e serviços para respeitar o acordo de paz para a Irlanda do Norte.
Porém, divergiam sobre o mecanismo para garantir uma solução de recurso, na eventualidade de a relação futura entre o Reino Unido e o bloco não estar definida até ao final do período de transição, no final de 2020.
O rumo das negociações já levou à demissão de vários ministros eurocépticos, como David Davis, Boris Johnson e, mais recentemente, do secretário de Estado dos Transportes e irmão de Boris, Jo Johnson, este um pró-europeu favorável a um segundo referendo.
O resultado do conselho de ministros de hoje poderá ser decisivo para o futuro do texto, já que uma nova onda de demissões significará que o acordo dificilmente poderá passar no parlamento britânico.
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O ex-presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva é esperado hoje para depor em tribunal, na cidade de Curitiba, num processo em que é acusado de ter recebido benefícios ilícitos numa quinta no interior de São Paulo, como suborno.
Este caso faz parte das investigações da operação Lava Jato, que descobriu esquemas de corrupção na estatal petrolífera brasileira Petrobras e em órgãos públicos do país.
O processo e a operação Lava Jato estavam sob a responsabilidade do juiz Sérgio Moro, que recentemente se afastou do caso, após aceitar a nomeação para o Ministério da Justiça no futuro Governo do Presidente eleito, Jair Bolsonaro.
Assim, o ex-Presidente deverá depor perante a juíza substituta do processo Lava Jato, Gabriela Hardt, cerca das 14:00 locais.
Antes do depoimento, os líderes do Partido dos Trabalhadores (PT), partido do antigo chefe de Estado, e membros dos movimentos sociais prevêem realizar protestos na sede da Polícia Federal em Curitiba, onde Lula da Silva está preso, e também em frente ao edifício da Justiça Federal do Paraná, onde irá depor.
Na acusação deste processo, os procuradores afirmam que algumas reformas feitas pelas construtoras Odebrecht e OAS numa quinta frequentada por Lula da Silva e sua família, na cidade de Atibaia, no interior do estado de São Paulo, teriam sido pagas como parte de um acordo de suborno para que estas empresas fossem beneficiadas em contratos com a Petrobras.
O Ministério Público Federal (MPF) brasileiro alega que as construtoras gastaram pelo menos 700 mil reais em reformas no imóvel entre os anos de 2010 e 2014.
A quinta está registada em nome dos empresários Fernando Bittar e Jonas Leite Suassuna, mas os procuradores disseram acreditar que o imóvel na verdade pertenceria ao ex-presidente brasileiro.
Já os advogados de defesa de Lula da Silva afirmaram nos autos do processo que o ex-Presidente não é dono do imóvel e que apenas frequentava o local.
Os advogados também entendem que não foi comprovado pela acusação que o antigo chefe de Estado brasileiro seja culpado dos crimes de corrupção passiva e branqueamento de capitais de que foi acusado neste caso.
Lula da Silva já foi condenado noutro processo da Operação Lava Jato, que investigou a propriedade de um apartamento de luxo na cidade do Guarujá e actualmente cumpre uma pena de 12 anos e um mês de prisão.
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O chefe de emergências da Organização Mundial de Saúde (OMS) revelou ontem que se espera que a epidemia de Ébola na República Democrática do Congo (RDCongo), que provocou já 209 mortos, pode durar mais seis meses.
Peter Salama, que visitou as províncias de Kivu Norte e Ituri, semana passada, as mais populosas do leste da RDCongo, afirmou, em Genebra, que a OMS perspectiva “pelo menos mais seis meses antes de ser declarada extinta a epidemia”.
Salama sublinhou que os centros de saúde improvisados em Kivu Norte - com tratamentos tradicionais e modernos - poderão estar ligados a mais de metade dos casos de contágio em Beni, a cidade congolesa mais afectada pela epidemia.
Em alguns casos, o responsável da OMS acredita que as pessoas que recorreram aos centros de saúde por outras questões acabaram por ser contagiadas com o vírus do Ébola.
Por essas razões, Peter Salama declarou que há fortes probabilidades de que os centros de saúde sejam “potenciais” focos de contaminação e salientou ainda que “é muito provável” que alguns casos de Ébola tenham sido mal diagnosticados como malária, porque os primeiros sintomas são idênticos.
“Provavelmente, mais de 50 porcento dos casos em Beni tiveram origem nessas instalações tradicionais de saúde, onde as práticas de higiene são relativamente inseguras”, disse.
Salama disse que o actual surto de Ébola na RDCongo é “possivelmente o contexto mais difícil” que a OMS encontrou, apontando as actividades de dois grupos armados de oposição no leste daquele país africano.
Salama observou que os congoleses parecem suspeitar de estrangeiros, funcionários públicos e organizações externas, mas que muitos também acreditam na eficácia dos medicamentos.
O número de mortos por contaminação de Ébola nas províncias de Kivu Norte e Ituri aumentou para 209 desde Agosto, divulgou hoje a Organização Mundial de Saúde (OMS).
Dados da OMS indicam que 23 pessoas morreram em consequência do contágio do vírus desde a última actualização, em 04 de Novembro, até ao passado domingo.
O número mais expressivo de mortos devido ao contágio pelo vírus ocorreu na província de Kivu Norte, nas localidades de Beni (91), Mabalako (67) e Butembo (18).
Os registos de casos - a grande maioria confirmados - aumentaram também, de 300, a 4 de Novembro, para 333. Em ambos os casos, o número de situações prováveis foi de 38.
“Esta epidemia acaba de ultrapassar o da primeira epidemia registada na história (da RDCongo) em 1976", afirmou o ministro da Saúde congolês, Oly Ilunga Kalenga, num comunicado divulgado pela agência de notícias espanhola Efe.
A RDCongo foi atingida nove vezes pelo Ébola, depois de o vírus ter aparecido pela primeira vez no país africano, em 1976.
É a primeira vez que uma epidemia de Ébola é declarada numa zona de conflito, onde existe uma centena de grupos armados, o que leva à deslocação contínua de centenas de milhares de pessoas que podem ter estado em contacto com o vírus.
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ELE terá vivido um pouco menos de 24 horas. O acordo de Genebra, que pela primeira vez na história da República Democrática do Congo (RDCongo) selava uma candidatura conjunta da oposição, foi um nado-morto. No dia seguinte à sua assinatura, dois grandes partidos da oposição, a UDPS e a UNC pediram que os seus líderes partidários revissem a sua decisão de apoiar a candidatura única de Martin Fayulu às eleições de 23 de Dezembro.
Os líderes da União para a Democracia e o Progresso Social (UDPS), Félix Tshisekedi, e da União para a Nação Congolesa (UNC), Vital Kamerhe, cederam à pressão dos seus apoiantes em Kinshasa e abandonaram o acordo firmado em Genebra com outras cinco figuras proeminentes da oposição para a designação de um candidato de consenso às eleições presidenciais do próximo mês.
Martin Fayulu, líder de um pequeno partido com fraca representação no Parlamento, foi o nome apontado no domingo, 11 de Novembro, para enfrentar, em nome da oposição, a 23 de Dezembro, o ex-ministro do Interior, Emmanuel Ramazani Shadary, o candidato do Presidente Joseph Kabila. Agora, tudo aponta para o recuo no seio dos partidos opositores.
SEM BASES NÃO HÁ LIDERANÇA
“Entendi que o acto em Genebra foi mal interpretado e rejeitado pela nossa base. Portanto, retiro a minha assinatura deste acordo firmando ontem, domingo, em nome da UDPS", disse Tshisekedi em entrevista à rádio Top Congo na segunda-feira.
Na manhã de segunda-feira, activistas reunidos na sede da UDPS em Kinshasa tinham dado 48 horas a Tshisekedi para retirar a sua assinatura do acordo e manter a sua própria candidatura à Presidência. "Caso contrário – é a base que decide – será destituído".
Alguns minutos depois do recuo de Tshisekedi, Vital Kamerhe, também voltou atrás.
"Anuncio que retiro a minha assinatura respeitando a vontade dos meus apoiantes. Sem essa base eu estaria a me auto-flagelar e auto-excluir-me do partido (...)”, disse Kamerhe, em declarações igualmente à Top Congo.
Tshisekedi, Kamerhe bem como o candidato do sistema, Emmanuel Shadary, são os três favoritos da corrida presidencial, que tem mais de 20 correntes.
Tanto a UDPS, como a UNC condenam a falta de apoio de base de Martin Fayulu fora da sua província.
"O candidato deveria ter uma força organizadora no país para liderar uma campanha presidencial. O candidato Fayulu não tem esta organização em todo o país, o seu partido (Movimento pela Cidadania e Desenvolvimento, ECIDE) tem uma esfera limitada de influência", escreveu a UNC em comunicado, na segunda-feira.
Participaram da reunião de Genebra, Suíça, sete líderes da oposição: Moises Katumbi, Jean-Pierre Bemba, Adolphe Muzito, Félix Tshisekedi, Martin Fayulu, Vital Kamerhe e Freddy Matungulu. Os três primeiros viram rejeitadas as suas candidaturas às presidenciais de 23 de Dezembro. - DW
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A Coreia do Norte possui pelo menos 13 locais secretos, se bem que “rudimentares”, de armazenamento de mísseis balísticos com capacidade nuclear, divulgou ontem um centro de reflexão (‘think tank’) norte-americano, baseado em Washington.
A conclusão é de um grupo, designado Beyond Parallel (Além do Paralelo), que o Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais [Center for Strategic and International Studies (CSIS)] criou para se dedicar à península coreana.
Para esta conclusão, o grupo apoiou-se em fontes de serviços de informações de vários países, declarações de desertores norte-coreanos, informação pública e imagens de satélite.
A esta certeza na existência destes 13 locais, o CSIS admite que o total possa ascender a 20.
“As bases (dos mísseis) não pararam”, explicou ao “New York Times” o responsável do programa “Além do Paralelo” (alusão ao paralelo que grosso modo divide a península ao meio), Victor Cha. “Continuaram a funcionar”, acrescentou.
“O medo de que (Donald) Trump aceite um mau acordo é generalizado”, disse. “Eles (norte-coreanos) dão-nos um único local de testes, desmantelam alguns locais e em, em troca, obtêm um acordo de paz”.
Victor Cha foi um possível nomeado para o cargo de embaixador, mas acabou por o não ser, principalmente, devido ao seu desacordo com a abordagem do governo de Trump ao dossiê coreano.
Desde a cimeira que reuniu em Singapura, Trump e o dirigente norte-coreano Kim Jong Un, em meados de Junho, que a Coreia do Norte suspendeu oficialmente o seu programa nuclear e os seus testes com lançamento de mísseis.
Pyongyang já desmantelou um local de lançamento de mísseis e comprometeu-se a fazer o mesmo com o principal complexo nuclear do país.
O CSIS revelou hoje a existência de um local secreto numa região montanhosa, a menos de 150 quilómetros de Seul, apoiado em imagens obtidas por satélite.
No seu relatório, sobre este centro de reflexão, especificou que o local, Sakkanmol, é, como os outros 12, uma base para armazenar e não tem vocação para ser utilizada em lançamentos, mesmo que haja esta necessidade em caso de urgência.
Todos estes locais são “geralmente rudimentares” e dissimulados pelo Exército Popular da Coreia, que desenvolveu ao longo de décadas técnicas de camuflagem para evitar os ataques aéreos.
Os locais estão divididos em três cinturas, com a mais afastada da Coreia do Sul a ser destinada aos sítios dos mísseis balísticos intercontinentais.
Uma reunião entre o secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, e o braço direito de Kim Jong-un, Kim Yong Chol, que esteve previsto para a semana passada, em Nova Iorque, foi anulado.
Na quarta-feira, Trump indicou que previa reunir-se com Kim no início de 2019.
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