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O PRESIDENTE da República e Comandante-em-Chefe das Forças de Defesa e Segurança, Filipe Nyusi, apelou ontem aos homens da Renamo para que se entreguem voluntariamente com as suas armas às autoridades competentes, para que sejam integrados na sociedade, contribuindo, deste modo, para o desenvolvimento do país e consolidação da paz.

Falando ontem na cerimónia de graduação de mais de 400 guardas penitenciários na Escola Prática do Serviço Nacional Penitenciário (SERNAP), localizada no distrito de Moamba, província de Maputo, o Chefe do Estado reiterou ainda a sua disponibilidade para falar com qualquer pessoa no território nacional, incluindo a liderança do partido Renamo e outras forças vivas da sociedade, conversas que têm estado a acontecer, com vista a se encontrarem soluções para o sossego dos moçambicanos.

“No espírito da concórdia, da tolerância e da reconciliação, e também respeitando os esforços da sociedade com vista à pacificação de Moçambique, cuja estabilidade se encontra perturbada, tendo em conta os grandes desafios desta mesma sociedade civil e outras entidades que nos aconselham, que sempre apelam à paz, porque têm consciência de que ela é o valor mais nobre do povo moçambicano, não deixando de parte também os aconselhamentos dos nossos amigos da comunidade internacional, tendo também em conta os últimos desenvolvimentos do nosso país, em que alguns dos nossos irmãos voluntariamente se entregam para serem inclusos na nossa sociedade e darem a sua contribuição, apelamos a todos para que se entreguem com as suas armas. A questão das armas deve ser um assunto reservado às Forças de Defesa e Segurança” – disse.

Na mesma ocasião, saudou as Forças de Defesa e Segurança por estarem a cumprir a sua missão de, sobretudo, fazer respeitar a Constituição da República, numa missão que começa quando fazem o juramento da bandeira, no sentido de proteger o povo, proteger Moçambique e as suas fronteiras. Encorajou para que as FDS, dentro do território nacional, continuem com o processo em curso de desarmamento compulsivo, com ponderação, com vista a permitir que todos os homens que possuem armas possam voluntariamente entregá-las, por serem instrumentos que não podem possuir, mas, sobretudo, para permitir que se possa trabalhar e dialogar.

“Tudo isso no espírito de confiança e de vontade mútua. Se não acontecer a vontade da parte de todos os intervenientes do processo da paz em Moçambique, temos a consciência de que essa paz não pode acontecer. O povo tem de continuar a ser protegido, a razão da existência da FDS. Vamos ponderar uma fase para podermos encontrar sossego e discutirmos como sempre fizemos e sempre nos colocamos à disposição” – apontou o Comandante-em-Chefe.

Na sua intervenção, Filipe Nyusi agradeceu a sociedade civil e a todas comunidades representadas no nosso país, que muito têm estado a contribuir para a pacificação de Moçambique.

“Iremos continuar a sugerir para que apareçam com ideias concretas, ideais para o desenvolvimento do nosso Moçambique, e não estar numa situação de simples reclamações ou observações daquilo que o próprio povo já sabe, sem que constitua nenhuma descoberta dizer ao povo moçambicano que ele (povo) tem de estar em paz. Que este povo ontem, antes de ontem e hoje, luta sempre para que o país fique tranquilo, que é a razão da sua existência. Então, as descobertas devem terminar para podermos desembarcar em acções de modo a podermos permitir que Moçambique possa viver em paz” – sublinhou Nyusi.   

Entretanto, dirigindo-se aos finalistas por ocasião do encerramento do XV Curso da Guarda Penitenciária e de intervenção em caso de Violência Declarada, na Escola Prática em Moamba, Filipe Nyusi disse que o acto é o testemunhar do fim de uma etapa e o início da fase mais importante, que é a da execução do que aprenderam.

“Esperamos pelo vosso contributo na sociedade moçambicana. Felicitar, saudar e encorajar-vos por mais esta etapa da vida, onde o povo está convosco na missão que vão exercer desde já. Vocês, finalistas, têm a missão de educar as pessoas com quem vão trabalhar”, referiu.

Entretanto, a directora da Escola Prática de Formação de Guardas Penitenciários, Josina Sithole, explicou que o curso teve a duração de seis meses e com uma carga de 600 horas. O mesmo centrou-se em três áreas, nomeadamente, Ordem Unida, Administração Penitenciária e Formação Geral, onde os graduados saíram profissionais determinados.

HÉLIO FILIMONE

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