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“ESTAMOS preocupados! O Governo moçambicano não está confortado com a onda de violência e de intolerância que grassa o nosso futebol”, disse ontem o Ministro da Juventude e Desportos, Fernando Sumbana Jr., na abertura da II Conferência Nacional de Futebol.

Segundo o ministro, os recintos desportivos nacionais, sobretudo os que acolhem os jogos do Moçambola, transformaram-se em palcos de violência… gratuita, apelando para que haja um combate cerrado a este fenómeno maléfico.

“Violência gratuita no rectângulo de jogo e nas bancadas. Violência gratuitamente oferecida até pelos treinadores, isto é, por aqueles que, pela natureza das suas funções, deviam ser exemplares, pedagogos e espelho de uma boa conduta para os nossos jovens”, deplorou o ministro.

Fernando Sumbana advertiu, de seguida, que “instrumentos jurídicos com vista a se colmatar essa malfadada tendência existem, nomeadamente o Regulamento de Segurança nos Recintos e Espectáculos Desportivos, este ano aprovado pelo Conselho de Ministros”.

 Trata-se, pois, prosseguiu o ministro, de um instrumento que orienta os organizadores dos eventos desportivos sobre os procedimentos a tomar em conta em diferentes níveis de competições, de forma a evitar-se a ocorrência de actos de violência.

“Portanto, a lei existe, é clara e deve ser aplicada. Não podemos continuar a assistir, impávidos e seremos, à transformação dos nossos recintos desportivos em palcos de violência. No desporto, queremos que os nossos jovens encontrem um espaço e uma atmosfera ideal para a sua construção como homens; uma escola onde se buscam os nobres valores de cidadania, do respeito com o próximo, da irmandade, do “fair-play”, da coesão, da unidade nacional e da grandeza do próprio desporto”, sublinhou.

 Em relação à conferência, Fernando Sumbana disse que os fazedores do futebol, os amantes da modalidade e todos aqueles que se identificam com este gigantesco fenómeno popular estão com as atenções viradas para este fórum (conferência), na esperança de que se produzam decisões e recomendações que tragam verdadeiras mudanças em toda a matriz institucional do nosso futebol.

 Para Sumbana, os reais problemas estão devidamente identificados e todos nós os conhecemos. Frontalmente, sem complexos nem receios de qualquer espécie, devem ser discutidos e em conjunto traçar-se um rumo único para o futebol moçambicano.

O ministro referiu ainda que as conferências provinciais que antecederam este fórum foram ricas em debates e na busca de soluções para o mal comum, apelando ao pragmatismo na discussão para além de uma abordagem muito séria do assunto.

O governante destacou, por outro lado, o facto de no evento tomar parte gente que considerou ser verdadeiramente do futebol e cujo quotidiano é o futebol, sempre imbuído pelo espírito de fazer mais e melhor pela modalidade no país, pelo seu desenvolvimento e pela expansão por todo o país.

Apelou à massificação da modalidade nas camadas de formação e da absorção dos talentos anualmente descobertos em eventos juvenis como Bebec, Copa Coca-Cola e Jogos Escolares.

Sob o lema “Por um Futebol Inclusivo e Abrangente”, a II Conferência Nacional de Futebol abordou ontem temas como: estruturação e profissionalização do futebol em Moçambique; gestão do futebol; recursos financeiros para a modernização de infra-estruturas e gestão da imagem de futebol.

Hoje serão debatidos os assuntos relacionados com a detecção, formação e desenvolvimento de talentos; segurança nos campos de jogos e responsabilidade social do futebol.

SAUDAÇÕES A JORNALISTAS…

Noseu discurso, o ministro da Juventude e Desportos endereçou calorosas saudações à Imprensa, Liga Moçambicana de Futebol, Federação e às Associações Provinciais, para além de clubes, árbitros pela sua entrega em prol da modalidade a nível nacional.

“Saudamos a Federação Moçambicana de Futebol por ter sabido, em boa hora, organizar esta magna reunião, certos de que, por um lado, os objectivos que nortearam a sua realização sejam cumpridos integralmente; e, por outro, que a mesma sirva de trampolim para um estágio em que o nosso futebol efectivamente se guie por modelos mais profissionais e onde a organização seja não somente o denominador comum como também a palavra de ordem, em todos os capítulos”, frisou.

Ajuntou que “as nossas saudações são extensivas à Liga Moçambicana de Futebol, que de ano para ano vem proporcionando alegrias ao nosso povo através da realização do Moçambola; às Associações Provinciais, que apesar de muitas vicissitudes mantêm viva a competição a nível local; aos clubes, principais fazedores e células-base do nosso desporto; aos dirigentes, treinadores, jogadores, árbitros, jornalistas e parceiros, cuja contribuição para o desenvolvimento da modalidade tem sido extraordinária”.

DESAFIOS POR SUPERAR -FEIZAL SIDAT, PRESIDENTE DA FMF

O PRESIDENTE da Federação Moçambicana de Futebol (FMF), Feizal Sidat, disse, por seu turno, que o futebol moçambicano tem grandes desafios a vencer, daí que instou a todos os participantes a dar valiosos contributos na conferência que decorre após a realização das conferências provinciais.

Sidat disse, por outro lado, que uma das principais características do actual elenco federativo é de promover e aprofundar o diálogo com sociedade, no espírito da chamada gestão pública participativa, para inverter o cenário prevalecente no futebol nacional.

 Para o presidente da FMF, “esta maneira de actuar visa criar uma plataforma de melhoria da imagem do futebol no aspecto global na qual a sociedade civil nacional joga também um papel decisivo”, frisou.

Explicou ainda que a conferência foi por diversas vezes adiada por imperativos do calendário desportivo nacional, frisando que “pretendemos no fundo, com esta conferência, democratizar a elaboração de uma estratégia nacional efectiva de desenvolvimento do futebol que envolva a sociedade moçambicana”, sublinhou, reiterando o desejo de ver sair do evento contribuições substanciais para o futebol.

MOMENTO DE REFLEXÃO– AFIRMA, SALIMO ABDULA

PARA o presidente da Mesa da Assembleia Geral da FMF, Salimo Abdula, a Conferência Nacional de Futebol é um momento ímpar para a discussão dos problemas da modalidade mais amada pelos moçambicanos.

Abdula disse que “não esperamos, como é óbvio, ser este evento a solução de todos os problemas do futebol nacional, mas sim, contámos, e com o apoio de todos presentes, fazer deste um momento cujos debates, propostas e soluções que daqui surgirão, se espelhem nas acções daqui em diante, e que no futuro sejam estas acções que engrandecerão o nosso amado desporto”, referiu.

 Acrescentou que as questões como: Onde estamos? Para onde caminhamos? Onde esperamos chegar? E  como esperamos lá chegar, merecem ser devidamente abordadas nestes dois dias, para que se tragam respostas que “nos servirão de pernas para andar, e quiçá de asas para voar em direcção à grandeza que todos moçambicanos esperam que o futebol do país possa alcançar”.

Realçou o facto da II Conferência Nacional de Futebol ser um momento único que se perspectiva solidificar os pilares erguidos com o objectivo de levar a bom porto o desporto-rei.

“Todos auguramos pela melhoria da qualidade e desempenho do futebol nacional. Para tal torna-se necessário aprofundar nestes dois dias da conferência a análise sobre as linhas fortes e fracas/ameaças e oportunidades e factores de desenvolvimento e de entraves desta modalidade rainha”.

CONVERSAS AOS SÁBADOS

CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO

Presidente: Bento Baloi

Administrator: Rogério Sitóe

Administrator: Cezerilo Matuce

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