Director: Júlio Manjate

Sigarowane: Os espaços de amor - Djenguenyenye Ndlovu

Ainda há irmãos, irmãos de cumplicidades monstras dos tempos de sangue pela afirmação, na Tanzania. São irmãos para mais cumplicidades e com quem nada se perderia,como não se perdeu ontem, tomando um café com o propósito de consolidação de espaços de paz,de amor e de reprodução da vida.

Está o Quénia, um país de sonhos, e os seus filhos com quem desenvolveram-se relacionamentos de resultados singularmente doces e que a aproximação pode concorrer para o adoçamento dos homens e das mulheres que precisam de espaço para fazer amor.

E isso é sempre saudável.

E isso é desejável.

O Ruanda, tão querido e que se cobre de um ambiente saudável, pode, e muito tranquilamente, fazer a promoção para o derrame desse desejável ambiente nos espaços que são precisos para que se faça amor. E uma aproximação, custa o que custa, como tudo, mas no final devolvem-se os encantos, os sorrisos desta varanda sobre o Índico, como chamou o escritor.

Moçambique é o palco, ou um dos palcos, da dor e da mortandade. É o tal de sem espaços para fazer amor, ou de espaços limitados. Precisa de liberdade para produzir. Precisa de viver. Tem  aqui,certamente, gente participante das cumplicidades referidas, com conhecimento que pode ajudar a estancar a perturbação que desabou sobre este pedaço da região Austral e que em muito pode, ou já está, afectar economias.

Aqui, em Moçambique, as mentes devem abundar, e não podem esperar de convocação, como a busca de comida quando com fome não precisa de mobilização.

Ontem,tudo sabido da Gorongosa. Soluções vertidas sobre paredes de papel, que o diga Brito,por exemplo. E foram os filmes que dalise produziram, tendo como realizador o falecido Dhlakama. E porque se conhecia o realizador, tudo terminou e foram décadas, duas, sim senhor. Mas quem não as amou? Depois foram as interrupções, mais longas, menos longas. E no final,bem doces até que a morte chegou e a todos surpreendeu, mesmo sabido que ela a qualquer momento e sem avisoschega. É que o futuro, por momentos, chamou-se incerteza.

Hoje, nada sabido donde. O que se sabe é que há morte. É que há destruição. É que não há vida. É que já aconteceuou ainda acontece, noutros lugares de cumplicidades no passado e no presente.

É um filme de terror que,infelizmente, não é conhecido o realizador. Nem os muito capazes e abundantes Apóstolos dizem coisa nenhuma sobre quem é o realizador e de que se alimenta. E tudo o que se diz, é por amor às hipóteses.

Está-se em situação de terrorismo? Não pode ser, porque se tal, como tal,já deviam ter sido (os actores) declarados. Mas também,lá estão os custos que podem advir de tal declaração.

Resta aos de muitas cumplicidades devolver a vida, os espaços de amor, de reprodução da vida, aos cabodelgadenses.

É que já não se faz amor em Cabo Delgado!..

Estava a sonhar.

CONVERSAS AOS SÁBADOS

CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO

Administrator: Rogério Sitóe

Administrator: Cezerilo Matuce

JORNAL DIGITAL


Template Settings

Color

For each color, the params below will give default values
Tomato Green Blue Cyan Dark_Red Dark_Blue

Body

Background Color
Text Color

Header

Background Color

Footer

Select menu
Google Font
Body Font-size
Body Font-family
Direction