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JÁ lá vai o tempo em que a escola era um local de socialização, de edificação de um novo ser, de construção de personalidades, de sociedades, do país e do mundo. Isto é evidente quando esta se torna epicentro de grandes exibições criminosas semelhantes às cinematográficas de Hollywood, onde um aluno golpeia, sem escrúpulos, um colega à facada.

É e deve ser razão de preocupação quando os alunos priorizam, nos seus debates, assuntos como carros de marca, telefones, roupas, “motos”, etc., em detrimento da ciência, dos assuntos ligados à vida do país e do mundo que se enquadrem no ambiente escolar. É ainda mais preocupante quando discussões distantes do processo de ensino e aprendizagem terminam de forma menos consensual, como foi o último caso ocorrido na Escola Secundária Josina Machel, em Maputo, até aqui considerada a melhor, se não uma das melhores, do país.

Naturalmente que nos é ainda difícil controlar a circulação dos alunos na escola e saber o que trazem consigo. A dificuldade é justificada por uma simples questão: esperamos que tragam material didáctico. É inconcebível que um aluno se faça a uma instituição de ensino portando uma arma branca, e travar esta atitude não é inteira responsabilidade da escola, se consideramos que a família é o principal agente de socialização do homem, isto é, a educação parte de casa.

É absolutamente traumatizante quando se acrescenta que este aluno-criminoso (portador de armas brancas) estava alegadamente sob o efeito de estupefacientes e, ao que tudo indica, logo no período da manhã (7 horas).

Urge a necessidade de o Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano, pais e encarregados de educação, direcções das escolas e a sociedade no geral tomarem medidas em relação a esta questão, e isto passa pela consciência de saber e incutir nos educandos que ser aluno é igual a ter muitos professores, com destaque para os que estão fora das escolas.

Relativamente ao MINEDH, custa-me perceber como é que alunos de dezoito e dezanove anos de idade, e sendo repetentes da décima classe, frequentem o curso diurno quando muitas crianças deixam de dormir e tiram o sono aos pais indo atrás de um conhecimento (em alguns casos nunca chumbaram, só tiveram o azar de entrar tarde no ensino). Isto vem, mais uma vez, revelar a fragilidade do sector. Sendo a Educação uma área prioritária e incontornável para o desenvolvimento de um país, é urgente que se reposicione. 

Não julgo prudente a expulsão do aluno agressor, sou mais pela reinserção social deste jovem e que se faça algo de tal forma que ele mesmo perceba o quão errou, relativamente àquilo que dele se esperava. Aliás, ao expulsá-lo estaríamos  a correr o risco de não termos um aluno sequer nas escolas, pois são vários os episódios que não vêm a público e que ocorrem com frequência em diversas instituições de ensino no país. 

Desta feita, apraz-me convidar todo o leitor deste artigo a sentir-se na responsabilidade de contribuir para o melhoramento do Sistema Nacional de Ensino. Dos alunos espero que não se inspirem em comportamentos criminosos e que à escola levem apenas livros, esferográficas, e cadernos, entre outro material e não facas e ou canivetes.

Rochete Libombo

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