FORAM ontem enterrar no Cemitério da Cerâmica, arredores da cidade da Beira, os restos mortais do ex-capitão da equipa principal de futebol do Têxtil do Púnguè, Mano, de seu nome de registo Costa Agostinho Carlos Nobre que perdeu a vida no passado domingo na cidade de Nacala, em Nampula, vítima de doença – malária.

O lateral-direito, que nas últimas duas épocas representou os fabris da Manga, encontrou a morte dois dias após ter escalado a cidade de Nacala, província de Nampula, onde iria integrar a equipa do Desportivo local que milita no Moçambola este ano sob comando técnico de Akil Marcelino.
Mano começou a sua carreira futebolística no Benfica de Macúti e devido ao seu bom desempenho passou pelo Ferroviário da Beira, Liga Muçulmana e Têxtil do Púnguè onde espalhou o perfume do seu futebol.

Entretanto, o vice-presidente para alta competição do Têxtil do Púnguè, Manuel Maite, considerou Mano como um dos grandes heróis da manutenção do clube na alta-roda do futebol moçambicano na época passada.

O malogrado deixa viúva e dois filhos menores.

 

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