Director: Júlio Manjate

O MINISTÉRIO da Defesa Nacional refutou ontem, de forma categórica, alegações segundo as quais, na cidade da Beira, província de Sofala, está a decorrer, de há uns dias a esta parte, um recrutamento compulsivo de jovens com vista à sua incorporação no Serviço Militar.

“É boato”, disse a jornalistas em Maputo, o director dos Recursos Humanos no Ministério da Defesa Nacional, Edgar Cossa, explicando que o Governo tem estado a cumprir um plano anual de operações de recrutamento militar, nomeadamente o recenseamento militar, as provas de classificação e selecção e a incorporação para as Forças Armadas de Defesa de Moçambique (FADM), através de editais próprios que se fixam nas províncias, distritos e postos administrativos, em todo o país.

Para Edgar Cossa, este boato é promovido por indivíduos imbuídos de má-fé, com clara intenção de criar agitação no seio da população, para o alcance de objectivos desconhecidos.

Depois de apelar à vigilância com vista neutralização e consequente responsabilização de tais indivíduos, o director dos Recursos Humanos no MDN explicou ainda que o processo de incorporação de jovens decorre das necessidades das Forças Armadas de Defesa de Moçambique, em termos de recursos humanos, cabendo a elas receber e treinar os mancebos em diferentes especialidades para o cumprimento do Serviço Militar.

“Este é um processo que para além de constituir instrumento de promoção da unidade nacional e de desenvolvimento da consciência patriótica, serve para a valorização cívica, cultural, física e profissional dos cidadãos que o cumprem”, disse Edgar Cossa.

Acrescentou que o MDN regista com satisfação a adesão de jovens ao Serviço Militar, incluindo voluntários, o que demonstra e comprova a valorização deste instituto. Ademais, segundo o director, este é um facto de reconhecimento e elogio à juventude moçambicana.

Edgar Cossa reiterou que, nestes termos, não constitui a verdade que o Ministério da Defesa Nacional ou outras Forças de Defesa e Segurança estejam a promover o recrutamento militar compulsivo.

“Trata-se de um boato visando desacreditar o cumprimento deste dever sagrado para com a pátria pelo jovem”, vincou.

Cossa apelou a todos os jovens que se sentirem coagidos ou obrigados a ir para o Serviço Militar a fim de se dirigirem ao Centro Provincial de Recrutamento Militar ou às Forças da Lei e Ordem para a denúncia.

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