Director: Lázaro Manhiça

O PRESIDENTE da República, Filipe Nyusi, perspectiva que o ano 2020, que hoje inicia, seja um ano de muita paz, tranquilidade e de realizações concorrentes à melhoria das condições e qualidade de vida dos moçambicanos e dos cidadãos estrangeiros que residem no país.

Em mensagem endereçada aos cidadãos nacionais e estrangeiros residentes no país,  por ocasião do fim do ano 2019, Filipe Nyusi augura ainda dias melhores, por exemplo, com estradas seguras e livres de acidentes de viação que ceifam vidas humanas.

O Chefe do Estado afirmou que o ano que terminou ontem foi caracterizado por momentos de muita entrega e dedicação, que permitiram que, com resiliência, fosse possível enfrentar os desafios rumo ao desenvolvimento que todos os moçambicanos almejam alcançar.

“Agora é momento de, por alguns instantes, deixarmos tudo para trás e incidirmos naquilo que pretendemos e perspectivarmos para o novo ano de 2020”, disse o Presidente da República, afirmando que, como nação, a transição foi feita num contexto de muita dor decorrente da violência injustificada perpetrada por indivíduos contrários ao progresso nacional, na zona Norte, concretamente em Cabo Delgado, e na zona Centro, nas províncias de Manica e Sofala.

Falou igualmente do impacto adverso das intempéries que têm causado a perda de vidas e destruição do património público e privado, caracterizadas por chuva torrencial e ventos fortes na zona Norte do país. “Isso exige de nós um tratamento, cada vez mais sério, das questões relativas às mudanças climáticas”, recomenda Filipe Nyusi.

Na mensagem, o Presidente Nyusi apelou, igualmente, aos moçambicanos para que continuem a manter o espírito solidário que sempre foi sua característica, apoiando, sempre que possível, os seus concidadãos vítimas destas contingências.

“Ainda assim, alegra-nos dedicar a todo o povo moçambicano e aos estrangeiros em Moçambique, do Rovuma ao Maputo e do Zumbo ao Índico, um feliz ano novo”, deseja o Presidente da República na sua mensagem.

Entretanto, ontem, a vida nos principais centros urbanos do país, nomeadamente Maputo, Beira, Nampula e ainda Matola, foi caracterizada por enchentes durante a manhã, estabilidade de preços, e calmia já ao princípio da tarde.

Um dos produtos, cujo preço registou alguma oscilação, foi a batata-reno, curiosamente em todas as quatro cidades.

O movimento fronteiriço voltou a registar pico, entre segunda-feira e ontem, devido a viagens de última hora, depois do registado na véspera do Natal.

Dados do Serviço Nacional de Migração (SENAMI) revelam que mais de 498.553 pessoas cruzaram as fronteiras nacionais, entre 13 e 30 de Dezembro. Deste número, 291.045 foram entradas.  O movimento inverso deverá registar-se amanhã e depois, com o ínicio do regresso dos mineiros moçambicanos ao trabalho na África do Sul.

Já o transporte rodoviário de passageiros teve um abrandamento, se comparado com o período que antecedeu a festa do Dia da Família. Ontem, a vice-ministra dos Transportes e Comunicações, Lúcia Ribeira, deslocou-se ao Terminal da Junta, na capital do país, onde apelou aos transportadores para conduzirem com prudência, para evitar acidentes.

CONVERSAS AOS SÁBADOS

CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO

Presidente: Júlio Manjate

Administrator: Rogério Sitoe

Administrator: Cezerilo Matuce

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