Director: Lázaro Manhiça

A PAZ e o desenvolvimento sustentável vão continuar a ser uma prioridade para as Nações Unidas em Moçambique, enquanto a organização e o país trabalham juntos para alcançar um futuro próspero, pacífico e sustentável para todos.

A garantia, reiterada, foi dada sábado (24) pela Coordenadora Residente da ONU para Moçambique, Myrta Kaulard, durante as celebrações dos 75 anos da fundação da Organização das Nações Unidas, efeméride marcadaem Maputo pelo plantio de 75 árvores ao longo da avenida que ostenta o nome da instituição internacional, e na zona da praia da Costa do Sol.
Para Kaulard, as 75 árvores plantadas simbolizam os esforços para a paz, desenvolvimento, direitos humanos, do passado e do futuro de que se pretende e da ONU de que se quer.
A representante da ONU em Moçambique comentou também o processo de paz no país, mostrando-se entusiasmada com os avanços registados.
“Apesar dos desafios da Covid-19, os programas de desenvolvimento, a assistência humanitária e a jornada de desarmamento, desmobilização e reintegração […] estão progredindo com compaixão, dedicação e sensibilidade para acompanhar Moçambique na efectivação de uma paz duradoura e de prosperidade para todos”, disse.
O foco do processo de paz assenta no programa DDR, no qual devem ser desarmados, desmobilizados e reintegrados mais de cinco mil guerrilheiros da Renamo.
Myrta Kaulard encorajou a todos a reflectirem sobre a necessidade do diálogo para a superação dos desafios enfrentados pelo país e sobre a importância do multilateralismo na construção do futuro de que se pretende para os moçambicanos, um futuro sem violência.
As celebrações dos 75 anos da assinatura da Carta das Nações Unidas coincidem com os 45 anos da adesão de Moçambique à organização, e, consequentemente, do estabelecimento de relações diplomáticas entre ambos.
“Enquanto comemoramos a nossa parceria, gostaríamos de expressar nossos agradecimentos especiais para todos os parceiros, muitos deles Estados-membros da ONU, pelo seu apoio à ONU Moçambique, um verdadeiro exemplo de multilateralismo e do espírito da Carta das Nações Unidas”, concluiu Kaulard.

Por sua vez, a ministra moçambicana dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, Verónica Macamo, disse que a cerimónia de plantio de árvores reveste-se de um profundo simbolismo para Moçambique.
“Não se trata de um simples exercício de plantio de árvores. É, sobretudo, um gesto que simboliza a vitalidade da nossa organização universal, que simboliza a perpetuação dos laços sólidos de cooperação entre Moçambique e as Nações Unidas. Cada árvore que plantámos […] corresponde a cada ano de esforços que as Nações Unidas tiveram que empreender na procura de soluções dos desafios complexos que a ONU enfrentou ao longo da sua história”, considerou.
A chefe da diplomacia moçambicana considerou ainda que cada árvore corresponde a um ano de luta pela materialização dos objectivos que nortearam a criação da ONU, particularmente a preservação da paz universal, autodeterminação dos povos e a promoção dos direitos humanos e desenvolvimento inclusivo.
“Este acto traduz o compromisso do país de se identificar com os esforços mundiais de combate à desertificação, mitigação dos efeitos das mudanças climáticas e preservação do meio ambiente”, vincou.
As celebrações do Dia das Nações Unidas, em Moçambique, contaram, também, com a presença do edil de Maputo, Eneas Comiche; representantes das agências da ONU no país, representante da Secretaria de Estado da Juventude e Emprego; funcionários do Ministério dos Negócios Estrangeiros e Cooperação (MINEC), entre outros convidados. -(Notícias/AIM)

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