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O MEMBRO da Comissão Política da Frelimo e chefe da brigada central de assistência à província do Niassa, Carlos Agostinho do Rosário, apelou aos munícipes das quatro autarquias onde o partido venceu nas eleições de 10 de Outubro corrente, no sentido de concentrar o seu apoio aos órgãos eleitos para assegurar a prestação de serviços sociais básicos. Leia mais
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AS Forças de Defesa e Segurança (FDS) destacam a excelente colaboração com as forças congéneres de países da região Austral de África e não só, no combate aos malfeitores, facto que está a resultar na pacificação da província de Cabo Delgado. Leia mais
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A União Europeia (UE) compromete-se a continuar a prestar apoio à Moçambique, em diversas áreas das relações bilaterais.
O pronunciamento foi feito na tarde de hoje, por António Benedito, embaixador da União Europeia em Moçambique, momentos após uma audiência que manteve com o Primeiro-Ministro Carlos Agostinho do Rosário, na capital do país.
António Benedito disse que está sendo feita uma revisão abrangente da parceria entre a União Europeia e Moçambique, quer nas áreas de desenvolvimento, economia, política e desafio global, como é o caso das mudanças climáticas e segurança.
A fonte referiu que a UE continua a trabalhar no reforço das instituições, governação do país, nas questões ligadas ao desenvolvimento económico e criação de emprego.
O embaixador explicou que a instituição que representa está engajada em apoiar o processo de Desmobilização, Desmilitarização e Reintegração (DDR), no sentido do estabelecimento da paz efectiva no país.
“Acreditamos que Moçambique vai aproveitar da melhor maneira esta oportunidade de assegurar a paz. Há uma clara vontade de fechar este capítulo de paz e concentrar atenção no processo desenvolvimento económico”- disse.
Em relação a suspensão do apoio ao Orçamento Geral do Estado, disse que os fundos são alocados nos outros sectores, exemplo do processo de Paz, gestão das Finanças Públicas, Educação e outras áreas públicas.
SAMUEL UAMUSSE
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A Agência de Informação de Moçambique, AIM, e a portuguesa, LUSA, manifestaram ontem, em Maputo, a sua vontade de incrementar a cooperação entre ambas as agências noticiosas, que data há mais três décadas.
A vontade foi expressa durante a visita de cortesia do delegado da LUSA, Luís Fonseca, às instalações da AIM.
O director geral da AIM, Bernardo Mavanga, que manifestou a total disposição, apontou, como áreas de interesse, a formação profissional, particularmente no jornalismo multimédia, e cooperação na área técnica.
“Este incremento de cooperação é bem-vindo, sobretudo agora, que enfrentamos novos desafios, particularmente na transição do jornalismo clássico para o jornalismo multimédia e sabemos que a LUSA tem larga experiência nesta área”, disse Mavanga.
O director geral da AIM também propôs, durante o encontro, a troca de jornalistas entre ambas instituições, por um período de uma a duas semanas, sobretudo na cobertura de grandes eventos.
No que concerne à cooperação técnica, Mavanga apontou o desenho de softwares para a gestão de redacção e clientes, que, no caso da AIM, já foi desenhado há mais de 10 anos e, naturalmente, já não se adequa à realidade actual.
Fonseca, por seu turno, reconheceu que a LUSA possui larga experiência na área do jornalismo multimédia.
“Temos uma experiência de 10 anos, pois foi em 2008 que os correspondentes de cada distrito em Portugal foram treinados e começaram a reportar com câmaras de vídeo”, disse Fonseca.
Assim, os jornalistas baseados nos distritos passaram a estar aptos para cobrir todos os eventos e relevantes na região.
Por isso, disse Fonseca, “hoje já fazemos a LUSA TV que é um serviço para as televisões”.
“As televisões pedem determinados serviços, porque, naturalmente, não têm pessoal suficiente para estar em todos os sítios e nós fornecemos esses serviços através da LUSA e, assim, acabamos por nos complementarmos”, disse.
Referiu que a LUSA TV também já opera em Moçambique e Angola, e está prestes a entrar em Cabo Verde.
“Por exemplo, já fomos no ano passado a Cabo Delgado com a LUSA TV, onde visitamos Palma, Afungi, Ibo e assim por diante”, afirmou.
Referiu que ambas as agências noticiosas, AIM e LUSA, são instituições financiadas pelo Estado, pelo que o incremento de receitas, através de jornalismo multimédia, poderá reduzir a dependência financeira.
Disse ainda que a LUSA possui projecto de transformar as suas delegações em Portugal e no estrangeiro como espaços para a troca de experiências.
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