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MOÇAMBIQUE e Malawi estão a implementar projectos de estradas com o objectivo de estabelecer fronteiras de paragem única entre os dois países. Pretende-se com a iniciativa aumentar os volumes de comércio no Corredor de Nacala em 5 por cento até 2017 e 15 por cento até 2027.

Apesar do Corredor de Nacala representar a distância mais curta entre Moçambique, Malawi e Zâmbia, está sendo subaproveitado devido às precárias condições de transitabilidade das estradas.

Num encontro recentemente havido na província de Maputo, fontes do Ministério dos Transportes e Comunicações (MTC) referiram-se à rota Liwonde-Mangochi e às estradas Nampula/Cuamba e Cuamba/Lichinga como um exemplo de um projecto com impacto no Corredor de Nacala e nas fronteiras entre os três países.

“Este é um projecto que se pretende aumente o tráfego no corredor. O estudo de viabilidade foi financiado pelo Banco Africano de Desenvolvimento (BAD) para a reabilitação do troço Liwonde-Mangochi, no Malawi. O objectivo do projecto é providenciar, igualmente, boas condições de transitabilidade nas vias de Lusaka (Zâmbia) ao Porto de Nacala via Malawi, e ao mesmo tempo remover as barreiras não tarifárias nos postos fronteiriços”, afirmaram.

Um dos constrangimentos para viabilizar o Corredor de Nacala tem sido a inexistência de infra-estruturas de energia eléctrica para satisfazer a demanda dos investidores.

Entretanto, a Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB) deverá reforçar o fornecimento de energia eléctrica ao Malawi com a construção de uma nova linha a partir de Matambo, na província de Tete, até Phombeya (Malawi).

Dados apurados pelo “Notícias” referem que a carga inicial da linha, cuja construção deverá acontecer brevemente, será de aproximadamente 50 KV, mas projectada para transmitir mais energia a longo prazo. Existem planos de estender a linha de Phombeya até Cuamba (Niassa) e eventualmente até Nampula, de forma a reforçar a rede norte da empresa pública Electricidade de Moçambique (EDM).

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