Decorre esta tarde, na vila-sede de Inhaminga, distrito de Cheringoma, uma mesa redonda sobre os massacres coloniais, em Moçambique, particularmente, os que tiveram lugar naquela parcela da província de Sofala.

Esta acção realiza-se no âmbito da passagem dos 45 anos dos massacres de Inhaminga, que tiveram lugar de Agosto de 1973 a Abril de 1974, vitimando mais de três mil moçambicanos.

A barbárie do regime colonial cometida ao longo de oito meses tinha como objectivo travar o avanço da Frente de Manica e Sofala, efectuada pela guerrilha da Frente de Libertação de Moçambique (FRELIMO), na “odisseia” do alcance da Independência Nacional.

Subordinada ao tema “Valorizando e divulgando a História da Luta de Libertação Nacional”, a mesa redonda terá quatro apresentações de pesquisas efectuadas por académicos moçambicanos do Instituto de Investigação Sócio-Cultural (ARPAC), entidade subordinada ao Ministério da Cultura e Turismo, que organiza o evento.

Luís Meno, delegado do ARPAC em Sofala, disse ao Notícias, que não obstante as sevícias, e matanças, a população continuou firme nos seus desígnios de luta contra o regime colonial português.

Com efeito, depois da intervenção do administrador de Cheringoma, José Domingos Tomás, Joaquim Sequeira Joaquim falará sobre “A população de Cheringoma no contexto da Luta de Libertação Nacional na província de Sofala”.

Por sua vez, Francisco Matias Américo foi convidado, para abordar a questão dos “Missionários católicos em Inhaminga e a denúncia dos massacres”.

O orador Alberto Zimata Mapime incidirá a sua apresentação na questão da "Identificação, valorização Cultural e patrimonial dos monumentos aos Massacres de Inhaminga, no contexto da unidade Nacional, paz e desenvolvimento”.

"A dimensão pedagógica dos factos da nossa história: um olhar em torno dos massacres de Inhaminga" é o tema, que será apresentado por Luís Meno, delgado do ARPAC em Sofala.

Comments

O CHAMAMENTO foi feito por tambores e timbila. E quando isso aconteceu, a plateia que quase lotava, na noite de segunda-feira, a sala multiuso do gigantesco e glorioso Hotel Glória, em Maputo, aplaudiu, pois já aventava que ali haveria dança. E foi o que exibiu o grupo de canto e dança Liberta África, composto por adolescentes e jovens, cujas idades variam entre 15 e 40 anos.  Leia mais

Comments

A primeira opera moçambicana intitulada “O Grito de Mueda” estreou sábado,  no Centro Cultural Universitário da Universidade Eduardo Mondlane, em Maputo, segundo um comunicado a que o Notícias Online, teve acesso.

Criado por músicos e dramaturgos nacionais e argentinos, o espectáculo representa um marco fundamental na vida cultural de Moçambique, uma vez que marca o nascimento da música académica nacional.

A Ópera retrata o “Massacre de Mueda”, ocorrido a 16 de Junho de 1960, na província de Cabo Delgado, um episódio da resistência dos moçambicanos.

Nilza Laice é a responsável pelo texto da obra, escrito a partir de ideias de Óscar Castro, Hortênsio Langa e Feliciano de Castro Comé, professores da Escola de Comunicação e Artes da Universidade Eduardo Mondlane.

O espectáculo é inspirado em factos reais narrados num capítulo das memórias de Raimundo Domingos Pachinuapa, ex-combatente e governador de Cabo Delgado, nos primeiros anos da independência.

Rui Fonseca, PCA do Millennium bim, destacou o sucesso do espectáculo, realçando “a importância cultural e o simbolismo histórico, que esta Ópera representa, para Moçambique, tendo em conta, que representa um dos mais marcantes episódios da resistência dos moçambicanos face à opressão colonial”.

Com uma composição original, a música foi criada por uma equipa de compositores moçambicanos e argentinos.

Comments

“PGR 30 anos pela Legalidade Efectiva” é o titulo do livro do jornalista e escritor Hélio Filimone, a ser lançado no próximo dia 19 do mes em curso.

O evento terá lugar na Sala dos Actos Grandes na Procuradoria-Geral da República em Maputo, segundo apurou o Notícias Online.

Segundo o autor da obra, o livro retrata o percurso de garantia de legalidade e defesa do Estado trilhado pelo Ministério Público em três décadas.

Comments

AS lições do Juiz Paulino estão de volta com a publicação da obra “My Love da Fofoca Jurídica”, que terá o seu pré-lançamento, esta quinta-feira, durante as cerimónias de celebração dos 30 anos da Procuradoria-Geral da República (PGR). Leia mais

Comments
Template Settings

Color

For each color, the params below will give default values
Tomato Green Blue Cyan Dark_Red Dark_Blue

Body

Background Color
Text Color

Header

Background Color

Footer

Select menu
Google Font
Body Font-size
Body Font-family
Direction