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A CONCEITUADA banda moçambicana Ghorwane lança hoje no Coconuts Live, em Maputo, o álbum “Kukavata”. O trabalho discográfico serve de pretexto para a celebração dos 32 anos da criação dos Ghorwane e um presente da banda aos seus fãs pelas festas do Dia da Família (Natal) e pela passagem do ano.

Nesta actuação os Ghorwane vão contar com a participação dos músicos Xidimingwana, Mingas, Mr. Bow, Sheila Jesuíta, Cheny Wa Gune e DJ Ardiles.

Em “Kukavata” os Ghorwane continuam destilando os seus ritmos, entretanto agregam sonoridades recentes, aprumando novas vozes e diferentes executantes de música.

Sobre o disco, o autor do prefácio, Filimone Meigos, entende que “Kukavata” “é uma manifestação de júbilo ocasionada por qualquer coisa de bom”. E acrescenta: “Este álbum oferece-nos muitos motivos de contentamento”.

Ainda segundo Filimone Meigos, os Ghorwane esgrimem a grandeza e consistência do “lago que não seca”, pois o grupo conseguiu permanecer na estrada até aos dias de hoje.

“De facto, já lá vão 32 anos que esta banda faz jus ao seu nome. Ghorwane continua cheio de água para matar a sede de muitos nos quatro cantos do mundo”, afirma o académico.  

Meigos afirma que a faixa nove, “Amor é Fogo”, é a resposta da banda a um desafio que lhes foi colocado aquando do Festival de Oeiras em Portugal, 2012. Foi-lhes pedido, na ocasião, que cantassem um texto de Luís de Camões.

Os “Bons Rapazes”, como a banda foi apelidada pelo saudoso Presidente Samora Machel, puseram as mãos à obra e cantaram o poeta-mor luso, que nos assevera que o amor é um fogo que arde sem se ver. 

A essência da banda mantém-se, contudo juntam-se como convidados os artistas Childo Tómas, no baixo, Sheila Jesuíta e o rapper Flash Ency, que emprestam as suas qualidades vocais. Também David Macuácua, membro da banda, actualmente radicado na Espanha, dá os seus préstimos neste novo projecto do agrupamento.

A surpresa, que não chega a ser, efectivamente é o tema “Mabokwanhane” da autoria dos trompetistas Júlio e Antoninho Baza, cantado pelos próprios.

Para condimentar o disco, DJ Ardiles e Cheny Wa Gune dão o ar da sua graça.  

Mas a personalidade da banda está lá. Sente-se a linha melódica de Roberto Chitzondzo, na recriação de composições dos saudosos Zeca Alage e Pedro Langa, membros fundadores deste conjunto musical, ambos já falecidos.

Lembre-se que Ghorwane é um agrupamento musical formado em 1983 pelo já falecido músico Pedro Langa. O nome da banda foi inspirado num lago do distrito de Chibuto, província de Gaza, terra natal do seu fundador. 

Ao longo do tempo Ghorwane tornou-se uma banda única ao criar um estilo musical próprio, baseado em vários ritmos tradicionais moçambicanos, acompanhado por letras com um alto teor de críticas social e política.

O seu estilo é uma combinação da música tradicional, afro-pop e fusion. As músicas da banda são cantadas nas línguas locais, incluindo changana. Desde a sua criação a banda lançou cinco álbuns, nomeadamente “Majurugenta”, 1993, a trilha sonora “Não é Preciso Empurrar”, 1994, “Kudumba”, 1997, “Mozambique Relief”, 2000; e “Vana va Ndota”, 2005.

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