Director: Júlio Manjate

TRES das oito que se encontravam a bordo de um camião que se precipitou  na tarde da passada segunda-feira, na ponte sobre o rio Messalo em Montepuez, em Cabo Delgado, continuam desaparecidas.

O facto ocorreu quando o motorista que conduzia o veículo, tentava atravessar a ponte submersa devido as chuvas, numa altura em que a corrente era bastante forte.

O motorista desobedeceu as ordens da Polícia estacionada nas duas margens do rio e ao tentar atravessar a ponte a sua viatura foi arrastada pela forca das águas, incluindo os seus ocupantes. Destes, quatro foram resgatados com vida, um óbito e os restantes tres dados como desaparecidos, segundo dados que nos foram facultados pela administradora distrital de Montepuez, Isaura Máquina.

Acrescentou que a Polícia está estacionada nos dois pontos da ponte, quer do lado de Nairoto, como de Montepuez, porém, segundo a administradora,  o motorista, estranhamente, ludibriou a vigilancia policial o que resultou naquela fatalidade.

Sabe-se que, a estrada Montepuez/Nairoto, serve, nos dias que correm, de alternativa para se chegar a outros distritos, como Macomia, Quissanga, Ibo, Meluco, Muidumbe, Mueda, Nangade, Palma e Mocímboa da Praia, que ficaram isolados de Pemba, capital provincial de Cabo Delgado, na sequência do desabamento da ponte sobre o rio Montepuez há três semanas.

Segundo a administradora de Montepuez, a ponte sobre o rio Messalo em Montepuez encontra-se submersa, devido as chuvas fortes que caem à montante, o que não permite a passagem de veículos.

“Há carros nas duas margens do rio a espera que a água vaze para atravessarem, mas o infortunado motorista do camião não quis esperar”, disse

Refira-se que, sempre que chove à montante, a ponte sobre o rio Messalo, em Montepuez, fica submersa, o que não permite a visualização das extremidades da mesma. Sobre o assunto, Venâncio Taímo, director provincial das Obras Públicas, Habitação e Recursos Hídricos, afastou a possibilidade de se aumentar a altura dos guardas.

“Estaríamos a encorajar os automobilistas a se fazerem a ponte mesmo que as águas estejam a galgar a ponte. Mas precisamos de fazer um estudo, para chegarmos a qualquer conclusão.

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Catorze famílias foram retiradas, recentemente, das zonas propensas à cheias e inundações no distrito de Maúa, provincia do Niassa.

Trata-se de famílias que habitavam nas margens do rio Massequesse, retiradas para evitar perdas de vidas humanas, nesta época de chuvas, noticiou a Rádio Moçambique. A administradora do distrito de Maúa, Ilda Macome, disse que trata-se de famílias que abandonaram as suas residências em locais seguros e foram fixar-se naquela região à procura de terras férteis para a produção agrícola.

Macome informou que neste momento decorrem trabalhos de sensibilização junto da população para a necessidade de usar as baixas para a prática da agricultura e não para habitação.

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Mais de trezentos e quarenta hectares de culturas agrícolas diversas, estão inundados, no distrito de Muidumbe, província de Cabo Delgado, na sequência da queda chuva  desde o mês de Dezembro.

 A localidade de Mienguelewa é a mais afectada, sendo a cultura de milho a mais afectada, necessitando de uma nova sementeira, segundo a Rádio Moçambique.

As informações reveladas pelo administrador do distrito de Muidumbe, Carlos Nampava, apontam a disponibilização pela Direcção provincial de Agricultura e Segurança Alimentar de uma tonelada de semente de milho para distribuição aos camponeses que viram as suas culturas inundadas em consequência das chuvas.

Mampava informou que na localidade de Mienguelewa, ficaram igualmente inundadas 64 casas no bairro de Namamba, Ngúri e Maputo A.

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A província de Sofala prevê produzir perto de 7 mil toneladas de algodão carroço na presente campanha agrícola, segundo noticiou hoje a Rádio Moçambique.

 Para o efeito, já foram lavrados cerca de dez mil hectares de terra para a produção desta cultura de rendimento, também designada "ouro branco".

Segundo o delegado provincial do Instituto Nacional do Algodão, Manuel Zahale, a meta é lavrar um total de 16 mil hectares de terra, o que poderá permitir uma superação em 50 por cento da produção do ano passado.

Zahale explicou que a aposta do sector incide sobretudo nos distritos de Marínguè, Chemba, Caia e Gorongosa, que têm um considerável potencial para a massificação da produção.

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A ADMINISTRAÇÃO Nacional de Estradas (ANE), em Inhambane, encaixou no ano passado, 4.845.300 milhões de meticais, resultantes de pagamento de multas a vários automobilistas por excesso de carga ao longo da Estrada Nacional Número um (EN1).

Estas irregularidades foram detectadas por equipas de fiscalização responsáveis por verificar as viaturas de carga nas básculas de Inharrime e Save.

Segundo o balanço preliminar da ANE, no período em alusão, apresentado na última sessão do conselho provincial de estradas realizado em Dezembro passado, as multas resultaram da fiscalização de 30.828 viaturas que passaram pelas básculas de Inharrime e Save, das quais 626 culminaram em penalização por excesso de carga.

Foram igualmente, pesadas 88 viaturas, das quais 48 detectadas com excesso de carga e posterior baldeamento em três operações com báscula móvel na margem norte do rio Save, na província de Sofala.

Ainda no período em alusão, o documento que temos vindo a citar, indica que a ANE realizou, no capítulo de segurança rodoviária, para além da fiscalização de carga, várias outras acções com vista a garantir a segurança, como a colocação de sinais e montagem de câmaras e ainda a protecção das áreas de reserva de estradas.

Com efeito, foram implantados 11 novos sinais verticais de direccionamento às localidades e cidades, nos entroncamentos das estradas EN1 e EN5 em Agostinho Neto, Mutamba e Lindela e recolocação de 22 sinais vandalizados na EN1 no troço Inharrime-Zandamela e a colocação de sistemas de câmaras, CCTV, nas básculas de Inharrime e Save para melhorar o controlo e a gestão de cargas assim como assegurar a redução de práticas ilícitas.

Durante ano passado, a ANE notificou 22 ocupantes ilegais de áreas de reserva da estrada, dos quais oito viram as suas obras com mandado de embargo e demolição.

Para o alcance do sucesso neste quadro, ANE, vai continuar com as acções de sensibilização da população e instituições do Estado para evitar a ocupação ilegal de zonas de protecção parcial e da vandalização de sinais rodoviários bem como a implementação efectiva do Decreto n.o 109/2014, de 31 de Dezembro, que regula o uso de estradas e suas zonas de protecção.

FÉLIX DALELANE, (colaboração)

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CONVERSAS AOS SÁBADOS

CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO

Presidente: Bento Baloi

Administrator: Rogério Sitóe

Administrator: Cezerilo Matuce

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