Director: Lázaro Manhiça

O Conselho Municipal de Chimoio, na província de Manica, descarta a possibilidade de transferir o cemitério de Chissui para uma outra zona, uma decisão que havia sido tomada no mandato passado, devido à falta de espaço para a realização de mais funerais.

Aliás, o encerramento do cemitério gerou muita polémica no mandato anterior, com muitos residentes a contestar a proposta da sua transferência para um outro local.

“Já não vamos transferir o cemitério, tal como havia sido projectado no mandato passado. Fizemos um trabalho muito cuidadoso e constatamos que ainda há espaço para sepulturas por mais anos”, explicou ontem o presidente do Conselho Municipal de Chimoio, João Ferreira, citado pela AIM.

Ferreira fez este anúncio num encontro com jornalistas, durante o qual apresentou o cronograma de actividades da sua instituição para o ano 2020.

"O que temos agora são 43 hectares com sepulturas e outros 41 estão livres e podem ser aproveitados. Assim sendo, vimos que não valia a pena tirar o cemitério para mais distante da cidade", afirmou o edil, para quem a saída do cemitério poderia acarretar mais custos e ficaria muito distante da zona residencial.

"Vimos que fica distante e pode complicar a vida dos munícipes quando estiverem numa situação em que precisam de sepultar o seu entequerido. Já estamos a trabalhar para ver se permanecemos naquele local", explicou.

O cemitério de Chissui foi aberto em 1983, depois do encerramento de outro que havia sido instalado no bairro 7 de Setembro.

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O Governo trabalha para convencer os empreiteiros a retomarem as obras de reposição das pontes sobre os rios Montepuez e Messalo, em Cabo Delgado, interrompidas devido à acção dos insurgentes na província.

O facto foi anunciado em Pemba pelo Ministro das Obras Públicas, Habitação e Recursos Hídricos, num comício orientado pelo Presidente da República, Filipe Nyusi, no âmbito da sua visita à província de Cabo Delgado.

Na ocasião, João Machatine falou das medidas urgentes para permitir ligação entre a região norte de Cabo Delgado e o resto da província, ora interrompida por conta do desabamento das pontes sobre o rio Messalo.

Falando sobre o rio Montepuez, o Ministro das Obras Públicas, Habitação e Recursos Hídricosdisse que estão já em curso acções com vista à sua reposição e espera igualmente que até ao final desta semana a ligação seja restabelecida. (Notícias/RM)

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Quarenta e uma pessoas morreram na província da Zambézia, desde Outubro até este mês, devido a fenómenos naturais, sendo maior parte por descargas atmosféricas.

No mesmo período, vinte e três pessoas contraíram ferimentos, algumas das quais ainda recebem assistência médica.

Os dados foram facultados  na última terça-feira, em Quelimane, pelo Delegado do Instituto Nacional de Gestão de Calamidades na Zambézia, Nelson Ludovico, em entrevista à Rádio Moçambique.

Nelson Ludovico diz que os eventos calamitosos que causaram mortes e ferimentos foram registados nos distritos de Alto-Molócuè, Guruè, Ile, Lugela, Maganja da Costa, Mocubela, Namacurra, Nicoadala e Morrumbala, sendo este último o que maior número de casos registou.

Nelson Ludovico afirma que duas mil e quinhentas famílias, o equivalente a onze mil e quinhentas pessoas, foram afectadas pela chuva na província, garantindo, porém,estarem já a receber assistência em bens alimentares e abrigo.

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A empresa Plexus, a única concessionária que opera na área de algodão em Cabo Delgado, encontra-se neste momento paralisada, devido a uma greve dos mais de 100 trabalhadores efectivos, que exigem pagamento de 4 meses em atraso.

Segundo dados apurados pelo "Notícias" no local, os problemas de salários arrastam-se desde Outubro do ano passado.

Para além dos seus trabalhadores efectivos, a Plexus deve, igualmente, parte significativa dos cerca de 48 mil produtores, cuja produção foi levada a crédito.

No total, o valor em dívida está avaliado em 1500000 dólares, segundo avançou o director geral do grupo Plexus, Nicolas Penn.

Preocupado com a greve,  o Ministro da Agricultura e Desenvolvimento Rural, Celso Correia, deslocou-se ontem a Montepuez para auscultar as partes em conflito e, segundo concluiu, a má gestão da empresa está  na origem da actual situação.

Na ocasião, Celso Correia prometeu aos trabalhadores e produtores que se iria reunir com os actuais gestores da empresa e  a banca para, dentro de duas semanas, encontrar uma solução imediata para o problema.

A Plexus necessita de 10 milhões de dólares americanos para sair da actual crise financeira em que se encontra.

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A Polícia da República de Moçambique (PRM) afirma estar na posse de pistas que poderão ajudar a identificar e neutralizar o grupo de malfeitores que no início da noite de sábado raptou o empresário Issufo Satar na cidade de Chimoio, província de Manica.

Satar, 44 anos, foi raptado quando saía de uma das suas lojas, localizada na rua de Lichinga, naquela cidade,  precisamente quando estava a fechar o seu estabelecimento, depois de mais uma jornada de trabalho.

Satar foi arrastado para o interior de uma viatura ligeira de marca Toyota Runx, com a qual os malfeitores saíram do local do crime a alta velocidade para lugar incerto.

"A Polícia já dispõe de pistas. Localizamos a viatura que foi usada pelos raptores. Foi abandonada numa das ruas na cidade de Chimoio. A partir deste objecto de crime estamos a trabalhar para encontrar o grupo e resgatar a vítima", explicou ontem o porta-voz da PRM em Manica, Mateus Mindú, em conferência havida em Chimoio, frisando que a corporação está no terreno a trabalhar com apoio da população para a localização dos criminosos.

"É um trabalho de inteligência. O que podemos afirmar neste momento é que há pistas e para não frustrar o nosso trabalho não podemos avançar mais detalhes. Depois vamos convidar a imprensa para anunciar os resultados desta operação, referiu.

A PRM apela à população, particularmente a família da vítima, a colaborar com a corporação para neutralizar e levar os malfeitores à barra do tribunal e resgatar a vítima.

"É um trabalho que exige muita colaboração por parte da família e da população, em geral. Todas as informações são válidas para esclarecermos esse crime que abalou a comunidade de Chimoio", acrescentou.

Este é o segundo caso de rapto, em menos de um ano, no qual a vítima é um empresário.

No ano passado, uma quadrilha raptou o empresário Mohamad Icbal, do grupo Mafuia Comercial, que permaneceu no cativeiro durante meses  e só mais tarde regressou ao convívio familiar, após longas negociações entre os raptores e a família da vítima.

Sobre outras ocorrências da semana passada, a PRM registou dois choques, envolvendo um carro e duas motocicletas, que resultaram em dois feridos e danos materiais avultados nas motorizadas.

Na sequência, uma viatura atropelou um cidadão que se fazia transportar numa motorizada. O automobilista tentou pôr-se em fuga e, depois, foi embater contra um outro motociclista, encontrando-se os dois a receber cuidados médicos.

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