CASO “DÍVIDAS NÃO DECLARADAS”: Prinvivest pagou a casa para o réu Renato Matusse

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O Juiz do caso das “dívidas não declaradas”, em julgamento na penitenciária de máxima segurança (BO), desde Agosto último, disse que consta dos autos que a Prinvivest pagou à declarante Neusa Matos o valor da venda da sua casa ao réu Renato Matusse.

Efigénio Baptista fez este pronunciamento momentos após o advogado Salvador Kamate, mandatário judicial do réu Renato Matusse, ter dito que a procuradora Ana Sheila Marrengula, representante do Ministério Público (MP), estava a cometer ilegalidade ao pedir a junção aos autos de alguns documentos.

Refere-se que a Prinvivest depositou o montante de cerca de 400 mil dólares americanos na conta bancária da declarante Neusa Matos domiciliada em Portugal, a pedido do réu Renato Matusse, antigo seu colega.  

A declarante reitera que vendeu a sua residência apenas porque ela estava a ficar pequena para o número do seu agregado familiar. Aliás, não tinha nenhum motivo de ter dinheiro fora do país porque vive e trabalha em Moçambique.

Neusa Matos disse em sede produção de provas que a sua conta bancária foi usada pelo réu Renato Matusse, réu nos presentes autos, para receber dinheiro proveniente de Jean Bustani, da Prinvivest.

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