A POLÍCIA foi forçada a intervir na cidade Nampula, lançando gás lacrimogéneo e efectuando disparos ao ar, quando manifestantes protagonizaram actos de vandalismo.
O incidente registou-se no mercado Belenenses onde estes tentaram forçar os vendedores a abandonarem a actividade, enquanto alguns vandalizavam as refeições confeccionadas .
Na sequência dos actos da vandalização e pilhagem de bens na via pública, tal como aconteceu no mercado central e Hospital Central, a Polícia viu-se forçada a recorrer à força.
Os manifestantes partiram para o arremesso de pedras e outros objectos contra os agentes que se faziam transportar em cinco viaturas.
O confronto entre os manifestantes e Polícia durou poucos minutos, com os apoiantes,
incluindo menores de idade a fugirem para o interior do bairro.
Já na cidade da Beira, em Sofala, os transportes públicos e o comércio formal e informal, estiveram a operar a meio gás. As instituições de ensino voltaram a não abrir as portas depois de terem anunciado que não haveria aulas.
Nas escolas públicas abertas, havia poucos alunos e há casos em que os professores não compareceram. No período de manhã, viveu-se um ambiente calmo, mas sem transportes dentro da cidade e passageiros para os distritos.
No período de tarde, houve focos de queima de pneus na via pública caso do bairro Massamba, mas a Polícia repôs a ordem e tranquilidade públicas.


