Frelimo apela para valorização do sangue derramado pelos heróis

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A Frelimo insta os moçambicanos a saberem valorizar o sangue derramado pelos heróis, que lutaram pela independência nacional, seguindo os seus ensinamentos e não fazendo eco dos que, a todo o custo, querem neocolonizar o país.

Numa mensagem que emitiu pela passagem, hoje segunda-feira, dia 3 de Fevereiro, Dia dos Heróis Moçambicanos, a Frelimo afirma ser dever de cada compatriota fazer o melhor de si de modo a elevar o país a altos patamares no concerto das Nações.

“Temos um Governo saído das Eleições Gerais do pretérito 15 de Outubro de 2019. Para que o seu Programa Quinquenal tenha o impacto esperado por todos os cidadãos deste país é preciso o apoio de todos os compatriotas”, defende.

Na mensagem, o partido reafirma que Moçambique merece a Paz. “O país precisa de cidadãos que brotam os seus conhecimentos e inteligência para o engrandecer, e não aqueles que, com os seus actos maquiavélicos vão destruindo a economia, matam e ferem civis indefesos, semeiam luto nas famílias e destroem o tecido social”.

Desde modo, condena veementemente os actores que protagonizam ataques no Centro do país e na região nortenha da província de Cabo Delgado.

“A FRELIMO exalta os feitos heróicos das Forças de Defesa e Segurança que, com audácia e coragem, lutam contra estes malfeitores e asseguram a soberania desta jovem República de Moçambique”, refere a mensagem citada pela AIM.

Relativamente à data, a mensagem do partido recorda que há 51 anos “tombou na Luta de Libertação Nacional, o Arquiteto da Unidade Nacional, o Fundador da FRELIMO, o embondeiro, o nobre filho de Moçambique e de África, o Doutor Eduardo Chivambo Mondlane”, que foi assassinado pela PIDE/DGS, em Dar-Es-Salaam, Tanzania.

“Nacionalista e académico de craveira internacional, o Professor Doutor Eduardo Mondlane soube, em momento oportuno, incutir os valores da moçambicanidade e de patriotismo à geração “25 de Setembro”, jovens esses, que com garbo e coragem libertaram Moçambique das masmorras do colonialismo Português”, sublinha a mensagem.

Acrescenta que, hoje, os moçambicanos têm uma Pátria. “E se a temos, é porque compatriotas houve que nos libertaram”.

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