PROMOVER a união das comunidades africanas e os seus descendentes na diáspora é o mote da exposição “Olhos da Alma” patente no Instituto Guimarães Rosa (IGR), cidade de Maputo.
A mostra, que junta dez artistas plásticos de Moçambique e Brasil, celebra o Dia da Consciência Negra, efeméride que exalta a cultura das comunidades brasileiras de origem africana.
Em diferentes expressões das artes visuais, os artistas destacam a importância de aproximar os africanos como forma de partilhar e manter vivas as tradições e os hábitos africanos.
Marcos Muthewuye, de Moçambique, apresentou “Memória e Dignidade”, que é essencialmente o mapa de África, feito de argila e linhas.
“O objectivo é fazer entender que todos devemos participar na construção ou reconstrução do continente, por isso os países são ligados por linhas evidenciando que só coesos podemos ter sucesso”.
Em “Olhos da Alma”, os artistas apresentam obras que levam à reflexão sobre os desafios que temos nos dias de hoje para encontrar reparos assertivos de igualdade racial.


