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Sexta-feira, 1 - Julho, 2022

Defesa da população e projectos é missão inadiável

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O PRESIDENTE da República, Filipe Nyusi, apontou a defesa da população, seus bens e projectos de desenvolvimento como missão inadiável das novas companhias da Polícia que vão garantir a protecção das sedes distritais do país.

A tarefa foi dada ontem na parada destinada a apresentar as 13 novas companhias da Polícia da República de Moçambique (PRM), na cidade de Nampula.

As referidas companhias partiram de imediato com destino aos distritos seleccionados nesta fase-piloto, nas três regiões do país.

Aos polícias, que doravante têm a missão de actuar sem quartel, o Chefe do Estado instruiu a agirem com integridade e prontidão na protecção dos distritos onde vão trabalhar.

Na ocasião, Nyusi fez questão de apresentar individualmente as 13 companhias policiais independentes aos respectivos administradores e comandantes da PRM, numa ocasião em que arrolou a missão específica de cada um.

“Ao criar estas companhias, o Estado pretende reforçar, numa fase-piloto, a capacidade operativa policial de protecção de pessoas e seus bens nas províncias indicadas e distritos concretos. É neste contexto que, como país, estamos a trabalhar para consolidar a segurança nesta região e criar um ambiente apropriado para o regresso da população deslocada às zonas seguras, bem como para a retoma da normalidade”, explicou.

Além do combate ao terrorismo que assola alguns distritos da província de Cabo Delgado, Nyusi apontou como sendo igualmente importante o combate ao tráfico de drogas, a pesca ilegal e a destruição da fauna e flora.

Disse que o acto ontem testemunhado representa um marco importante para a colocação da capacidade operacional da PRM de forma destacada, destinada aos distritos.

Advertiu que ainda persistem bolsas de insegurança em alguns distritos da província de Cabo Delgado, não obstante os enormes progressos que se registam, fruto do empenho das Forças de Defesa de Segurança de Moçambique, em coordenação com os contingentes do Ruanda e da da Missão da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral para Moçambique (SAMIM), que combatem os terroristas e os remeteram a uma posição defensiva e de fuga permanente, à procura de novos refúgios.

Explicou que o desdobramento das forças no terreno é uma resposta imperativa aos desafios impostos à premente necessidade de garantia da ordem, segurança e tranquilidade pública nos locais onde os terroristas foram desactivados, com vista à retoma da normalidade económica e social.

“Neste sentido, a ameaça terrorista e demais desafios levam-nos à reinvenção estratégica operacional estrutural cada vez mais adaptada a realidades concretas”, afirmou Nyusi.

A inauguração de um centro de formação profissional na cidade de Nacala marcou ontem o fim da visita de trabalho de dois dias do Presidente da República à província de Nampula.

Na ocasião, Nyusi disse que o Governo está focado na promoção da formação técnico-profissional por constituir fonte de renda e de desenvolvimento.

O PRESIDENTE da República, Filipe Nyusi, apontou a defesa da população, seus bens e projectos de desenvolvimento como missão inadiável das novas companhias da Polícia que vão garantir a protecção das sedes distritais do país.

A tarefa foi dada ontem na parada destinada a apresentar as 13 novas companhias da Polícia da República de Moçambique (PRM), na cidade de Nampula.

As referidas companhias partiram de imediato com destino aos distritos seleccionados nesta fase-piloto, nas três regiões do país.

Aos polícias, que doravante têm a missão de actuar sem quartel, o Chefe do Estado instruiu a agirem com integridade e prontidão na protecção dos distritos onde vão trabalhar.

Na ocasião, Nyusi fez questão de apresentar individualmente as 13 companhias policiais independentes aos respectivos administradores e comandantes da PRM, numa ocasião em que arrolou a missão específica de cada um.

“Ao criar estas companhias, o Estado pretende reforçar, numa fase-piloto, a capacidade operativa policial de protecção de pessoas e seus bens nas províncias indicadas e distritos concretos. É neste contexto que, como país, estamos a trabalhar para consolidar a segurança nesta região e criar um ambiente apropriado para o regresso da população deslocada às zonas seguras, bem como para a retoma da normalidade”, explicou.

Além do combate ao terrorismo que assola alguns distritos da província de Cabo Delgado, Nyusi apontou como sendo igualmente importante o combate ao tráfico de drogas, a pesca ilegal e a destruição da fauna e flora.

Disse que o acto ontem testemunhado representa um marco importante para a colocação da capacidade operacional da PRM de forma destacada, destinada aos distritos.

Advertiu que ainda persistem bolsas de insegurança em alguns distritos da província de Cabo Delgado, não obstante os enormes progressos que se registam, fruto do empenho das Forças de Defesa de Segurança de Moçambique, em coordenação com os contingentes do Ruanda e da da Missão da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral para Moçambique (SAMIM), que combatem os terroristas e os remeteram a uma posição defensiva e de fuga permanente, à procura de novos refúgios.

Explicou que o desdobramento das forças no terreno é uma resposta imperativa aos desafios impostos à premente necessidade de garantia da ordem, segurança e tranquilidade pública nos locais onde os terroristas foram desactivados, com vista à retoma da normalidade económica e social.

“Neste sentido, a ameaça terrorista e demais desafios levam-nos à reinvenção estratégica operacional estrutural cada vez mais adaptada a realidades concretas”, afirmou Nyusi.

A inauguração de um centro de formação profissional na cidade de Nacala marcou ontem o fim da visita de trabalho de dois dias do Presidente da República à província de Nampula.

Na ocasião, Nyusi disse que o Governo está focado na promoção da formação técnico-profissional por constituir fonte de renda e de desenvolvimento.

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