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Ao escrever este artigo, pretendo sublinhar, na minha opinião, como moçambicano e com orgulho de ser, um certo reconhecimento a homenagem ao Presidente da República, Armando Emílio Guebuza, no VIII festival nacional de cultura, que decorreu em Inhambane de 14 a 19 de Agosto corrente.

O festival realizado pelo ministério da cultura, sob lema “Unidade na Diversidade Cultural, Inspiração para a Construção da Moçambicanidade”, é um evento que prova que os moçambicanos são unidos e capazes de conviver e pensando no desenvolvimento do nosso belo país que tanto exige de nós para crescer e atingir grandes patamares em tempo não longo. Este convívio nos fortalece de modo a que renovemos esforços de irmandade para pensarmos o futuro do nosso país, pois dele crescerá o que hoje plantarmos.

Numa altura em que vários sectores de opiniões, divergem quanto a luta e entrega de Armando Guebuza, é importante salientar que na vida há momentos bons e maus, nenhum humano é tão certeiro tanto quanto Deus, mas o importante é saber como lidar com essas dificuldades e sempre com uma visão de apostarmos no crescimento social, cultural e económico. O ministério da cultura, ao reconhecer este facto, não significa que esteja sob uma manipulação política ou de outras correntes, mas sim, procura valorizar os seus feitos em ter usado da cultura como uma fonte de união, consolidação da paz, progresso e auto estima.

E abordando sobre a auto-estima, o chefe de Estado cria condições, através da cultura, de valorizarmos ao que nos pertence e a enaltecer a nossa moçambicanidade. Ser um país que não opta pela guerra para a resolução de desavenças, um povo que abandona todas as formas ou práticas que atentem contra a segurança de Estado. E é nítido este esforço, em convergência cultural em todas as camadas sociais.

Houve grande avanço e as pessoas se aproximam cada vez mais com objectivos de unir esforços para centralizar várias opiniões de construção do nosso belo país. As várias expressões culturais são, com certeza, uma fonte de inspiração.

A entrega do Presidente da República, Armando Guebuza, nos seus 10 anos de mandato, a cultura tomou um rumo significante, numa altura em que o país conhece outras áreas de desenvolvimento como as de recursos naturais. O nosso presidente provou que, o povo, primeiro deve ser conhecido por aquilo que é; e em última instância pelo que possui. A cultura é a base, a nossa identidade, a nossa forma de conviver mesmo com as nossas diferenças, e é nela onde buscamos a paz, prosperidade e progresso; os recursos naturais, são sim importantes para aumentar o desenvolvimento sustentável, mas numa nação unida e com sonhos.

É neste sentido que o presidente da republica age de uma forma inteligente, o que aos olhos de alguns passa despercebido. Nunca se desenvolve um povo não unido e sem amor e muito menos que não se conhece. O resto é connosco, o empenho em seguir este legado é nosso. A luta é nossa. Os resultados serão nossos e não apenas do ministério da cultura ou do chefe de Estado.

É preciso reconhecer esse esforço de um homem que se dedicou, para muitos, nos seus dois mandatos em incentivar uma criação bienal do festival nacional de cultura. Um encontro constante da nação numa celebração total. E esta homenagem, é, sem dúvidas, merecedora às realizações feitas ao longo da sua governação que acontecem numa altura em que se despede com muito orgulho por ter conseguido criar possibilidade de estimularmos a união para a solução dos nossos problemas.

É de louvar o Ministério da Cultura que tem vindo a levar a cabo este evento com sucessos a partir da sua organização e demonstração; produção e consumo da nossa identidade. A cultura, dir-se-ia que é o pólo para que o desenvolvimento do país se efective.

                                              Júlio Marto

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