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A MINISTRA dos Recursos Minerais, Esperança Bias, disse ontem, em Maputo, ter chegado o momento de o Continente Africano deixar de ser fornecedor de matéria-prima e passar a colocar produtos acabados no mercado internacional.

Esperança Bias falava na abertura da III Conferência dos Ministros da União Africana responsáveis pelo Desenvolvimento dos Recursos Minerais, evento que desde sexta-feira junta representantes de 32 países de África, com o propósito de remover barreiras à evolução do sector mineiro do continente.

Na ocasião, a governante disse que a adição de valor aos recursos minerais extraídos no Continente Africano tem o mérito de poder contribuir na criação de postos de trabalho para os cidadãos, o que irá resultar na melhoria da qualidade de vida das pessoas, para além da valorização dos minerais exportados.

“Devemos aproveitar a rede dos nossos cientistas para que contribuam na elaboração e implementação das políticas que respondam aos objectivos que acabámos de nos referir”, disse Esperança Bias.

Nos últimos anos, o Continente Africano tem vindo a evidenciar-se na descoberta de recursos minerais, daí a necessidade de se conhecer o potencial de cada país nesta área, com vista ao estabelecimento de uma plataforma comum de actuação no mercado internacional.

Aliás, muitos dos intervenientes que se fizeram ao pódio na abertura da conferência reconheceram que o Continente Africano está a tornar-se uma potência no que diz respeito à produção mineira, tendo apelado à conjugação de esforços, não só para o desenvolvimento do sector, como também para se fazer ouvir, numa só voz, no mercado internacional.

O secretário-geral da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD, órgão voltado ao desenvolvimento económico), Mukhisa Kituyi, apelou à criação de um observatório comum de África sobre as boas práticas no sector dos recursos minerais, acrescentando que a sua instituição está disponível para cooperar com os países africanos neste área.

Enquanto isso, intervindo na mesma ocasião, a coordenadora residente do programa das Nações Unidas em Moçambique, Jennifer Topping, disse que todos os esforços dos Governos e sector privado devem ser no sentido de assegurar uma exploração sustentável dos recursos.

Outros intervenientes falaram da importância da boa governação, uma vez que, no seu entender, os países com muitos recursos minerais são tendencialmente vulneráveis à instabilidade, por causa das expectativas que se criam no seio da população, sobretudo jovens que procuram emprego.

Entretanto, no âmbito da Conferência, teve lugar ontem o lançamento do Centro Africano de Desenvolvimento de Recursos Minerais, uma entidade de excelência de carácter internacional para liderar e coordenar a implementação da “visão mineira africana”.

Nestes termos, a ministra dos Recursos Minerais manifestou a disponibilidade de Moçambique de acolher a sede do centro, caso seja essa a vontade da maioria. “Nós estamos cometidos a conceder o nosso mais alto apoio institucional, político, material e moral para a operacionalidade rápida desta importante iniciativa.

Refira-se que durante o encontro Moçambique deverá assumir a presidência da Conferência dos Ministros da União Africana responsáveis pelo Desenvolvimento dos Recursos Minerais, em substituição da Etiópia.

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