Segunda-feira, 27 Maio, 2024
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Parturiente inconformada com a história da morte do bebé

Por admin-sn
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UMA jovem parturiente de 23 anos de idade, R.R.P, residente no bairro de Chingussura, posto administrativo de Inhamízua, acusa o Hospital Central da Beira (HCB) de ter trocado o seu bebé vivo por um morto.

A troca, segundo a jovem mãe, terá acontecido depois de uma crise de choro do recém-nascido, que nasceu com 2.710 de peso. Uma enfermeira terá levado o bebé para observação e depois disso ela nunca mais viu o seu filho vivo.

Para a jovem mãe, a história da morte do recém-nascido não é verdadeira, sugerindo que houve uma troca do seu bebé vivo, por um que já havia perdido a vida, cujas causas desconhece.

A sua indignação cresce igualmente pelo facto de os profissionais de saúde não lhe terem permitido, na altura dos factos, ver nem corpo da suposta criança falecida.

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“Só me disseram para ir tratar documentos e trazer um caixão para o nado. Pedimos para nos mostrarem o corpo, mas eles negaram”, lamentou.

Entretanto, o director-geral do HCB, Nelson Mucopo, negou as acusações e disse que a informação veiculada nos órgãos de comunicação social não é verdadeira.

Explicou que a jovem deu entrada naquela unidade hospitalar no dia 28 de Janeiro por volta das 8.45 horas transferida do Centro de Saúde de Nhaconjo, porque durante o trabalho de parto teve algumas complicações.

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