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Director: Lázaro Manhiça

AS autoridades moçambicanas anunciaram quarta-feira (23) a apreensão de 309 quilos de metanfetamina, na província da Zambézia, transportados num camião sob um fundo falso de um contentor de mercadorias.

A carga circulava na noite de terça-feira (22) no povoado de Bive, distrito de Mocuba, centro da província, e o condutor pôs-se em fuga depois de, a pedido das autoridades, abrir o fundo falso, anunciou o director das alfândegas na Zambézia, Manuel Eliseu.

“A operação ocorreu por volta das 23:00 e o camião fazia o sentido norte-sul", referiu aos jornalistas, durante a entrega da mercadoria ao Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC).

A mercadoria vai ser avaliada para se apurar o teor da droga, referiu Obede Basílio, porta-voz do SERNIC, ao mesmo tempo que decorre o processo de investigação para se encontrar o proprietário da carga.

Esta é a mais recente apreensão do género, entre várias feitas este ano  no país.

Na terça-feira, as autoridades moçambicanas apreenderam mais de 30 quilos de metanfetamina enterrados numa residência na cidade de Nampula.

No dia 12, as autoridades detiveram um homem com 55 quilos de metanfetamina em Nacala, também na província de Nampula, dissimulada em sofás que estavam a ser transportados num camião, com destino a Maputo.

Na altura, a porta-voz do SERNIC em Nampula, Enina Tsinine, revelou que desde Janeiro foram já apreendidos 561 quilos de diversas drogas em Nacala, a maior parte das quais metanfetamina, anfetamina e heroína.

Moçambique é apontado por várias organizações internacionais como um corredor para o tráfico internacional de estupefacientes.

De acordo com o Gabinete das Nações Unidas contra a Droga e o Crime (UNODC), as autoridades do Quénia e da Tanzânia, países a norte de Moçambique, aumentaram a vigilância nos últimos anos, empurrando os traficantes para sul, em direcção à costa moçambicana, "em busca de novas rotas e novos mercados".

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O NÚMERO de óbitos e de novas infecções pelo novo coronavírus continuam a aumentar no país. Hoje (23) foi anunciada a morte de mais cinco pessoas e 436 novo casos da doença. Os óbitos anunciado, dois foram declaradas hoje, uma ontem e outros dois no dia 19, sendo quatro homens e uma mulher, com idades entre 37 e 65 anos, segundo o comunicado do ministério da Saúde (MISAU)de actualização diária dos dados da Covid-19. Nas últimas 24 horas, as autoridades da Saúde notificaram mais 436 casos positivos, dos quais 222 são mulheres e 214 são homens, passando o pais a ter cumulativamente 73.211 casos da doença. No período em causa, 27 doentes deram entrada nas unidades de tratamento da Covid-19, sete tiveram altas médicas, permanecendo acamados 88 pacientes. Comments

VINTE e cinco líderes de associações que operam na área de segurança rodoviária foram submetidos terça-feira(22) e quarta-feira(23) a umacapacitação  em matéria de  prevenção de acidentes de viação.

Aformação, que ocorreu na cidade de Maputo, foi organizada pela Associação Moçambicana para as Vítimas de Insegurança Rodoviária (AMVIRO), em parceria com o Ministério dos Transportes e Comunicações (MTC), Instituto Nacional dos Transportes Rodoviários (ex-INATTER), Polícia de Trânsito e Organização Mundial da Saúde (OMS).  

Segundo Alexandre Nhampossa, presidente da AMVIRO, pretende-seintensificar as campanhas de sensibilização,com vista a prevenir e reduzir a ocorrência de sinistros rodoviários que continuam a ceifar vidasnas estradas do país.   

Nhampossa referiu que foram administrados diversos temas com destaque para a sinistralidade rodoviária nos últimos cinco anos, gestão, liderança e responsabilidade nas organizações não-governamentais que operam na área desegurança rodoviária, tendências dos acidentes na actualidade, entre outros.

Asorganizações de segurança rodoviária aprovaram a criação da Federação das Associações de Segurança Rodoviária de Moçambique (FASRM), visando conjugar esforços para a mitigação dos efeitos dos acidentes de viação.

“Aimplementação da iniciativavaicontribuir para a redução de sinistros rodoviários, cujos índices têm aumentado em quase todo o país”, sublinhou.

Apelou para a necessidade de se trabalhar ainda mais para se alcançar os objectivos pretendidos.

“Queremos alcançar melhores resultados nos esforços tendentes a garantir a segurança rodoviária aos nossos cidadãos pelo que vamos continuar a fazer todas as parcerias necessárias”, disse Nhampossa.

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O DIRECTOR nacional adjunto do Instituto Nacional de Saúde (INS), Eduardo Samo Gudo, anunciou estar em curso uma investigação epidemiológica, na província de  Tete, para conter a propagação da estirpe Delta do novo coronavírus.

A variante Delta, identificada pela primeira vez na Índia, foi notificada recentemente naquela província.

Esta variante circula, neste momento, em 92 países, incluindo alguns da África Austral - África do Sul e Zâmbia, “isto significa que a vigilância em relação aos pontos de entrada deve ser intensificada para viajantes provenientes de qualquer país, de qualquer região, porque o vírus circula em todos os continentes neste momento”, sublinhou.

Eduardo Samo Gudo disse que a acção tem por objectivo efectuar o mapeamento de todos os contactos para evitar uma transmissão comunitária da variante Delta, altamente contagiosa. (RM)

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A PRIMEIRA-DAMA da República, Isaura Nyusi, recebeu ontem, na cidade de Maputo, mais de 40 mil toneladas de diversos produtos alimentares e material de construção, destinados às famílias vítimas das acções de grupos terroristas,na província de Cabo Delgado.

O donativo foi oferecido pela Fundação Matias Machiline, parceiro do Gabinete da Esposa do Presidente da República, no âmbito da sua responsabilidade social.

Isaura Nyusi enalteceu o gesto da organização pela sua disponibilidade em apoiar aprovíncia de Cabo Delgado, que enfrenta diversos desafios devido à insegurança.

A esposa do Chefe do Estado referiu que o cenário de desestruturação familiar, ocasionadopela movimentação de inúmeros cidadãos do seu local de origem, coloca muitas pessoas em situação desoladora.

“Para além dos ataques, a pandemia deCovid-19 constitui um grande problema, que exige esforços conjugados na busca de soluções que visam minimizar os problemas que temos pela frente”, sublinhou.

A Primeira-damadisse que a oferta terá um impacto significativo no seio das comunidades afectadas, na medida que o número dos deslocadosdevido às acções terroristastende a aumentar. 

Sung Un Song, representante da Fundação Matias Machiline, avançou, por seu turno,que o gesto visa mostrar solidariedade para com as vítimas de terrorismos.

Comprometeu-se a continuar a ajudar o país na luta contra o terrorismo, a Covid-19 e outras dificuldades  que Moçambique enfrenta. 

Ainda ontem, a organização Rotary Club de Maputo ofereceu diversos produtos alimentares e artigos como roupa e calçado, também para minimizar o sofrimento dos deslocados. 

O apoio foi entregue à Cruz Vermelha de Moçambique (CVM).

Danilo Catoja, vice-presidente da Rotary Club de Maputo, disse que acção se enquadrano“Projecto de Apoio à População de Cabo Delgado”, que visa recolher donativos materiais e financeiros para as vítimas do terrorismo nestaprovíncia.

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