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O Estado moçambicano conta com novo sistema informático de gestão dos funcionários e agentes do Estado, com vista a ter uma única base integrada de todo o ciclo de vida. Leia mais

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A economia nacional está mais estável, mas com menor capacidade de crescimento, refere uma avaliação do Banco Mundial sobre o país, apresentada em Maputo.

"Moçambique está a emergir da recente volatilidade macroeconómica com uma reduzida capacidade de crescimento, que caiu para uma média de 3,8%, em 2016/17, abaixo dos 8%, em média, na década anterior", lê-se no documento.

A análise, intitulada "Actualidade da Economia Moçambicana - Mudança para um crescimento mais inclusivo", destaca que as necessidades de financiamento do Estado e os riscos que se colocam ao comércio externo turvam as perspectivas económicas.

"A conjugação de uma redução de preços das principais exportações, como o carvão, alumínio e tabaco, é uma fonte de risco", sobretudo se se intensificarem pressões, que já se notam, no sentido do aumento das importações para satisfazer "um aumento de procura por parte dos consumidores".

A situação pode pressionar as reservas do banco central e motivar desequilíbrios, "enquanto as exportações e os investimentos na economia (fora dos megaprojetos) continuarem lentos", acrescenta.

Ao nível das contas públicas, "o declínio gradual do défice primário do Estado coincidiu com um aumento da dívida interna, reflectindo a necessidade de financiamento persistente do sector público", nota o Banco Mundial.

Essas necessidades estão associadas ao "fraco desempenho de empresas estatais", acrescenta.

A dívida interna crescente alimenta preocupações sobre o risco de o sector público excluir o sector privado do acesso ao crédito.

Por outro lado, a massa salarial do Estado, que está a desacelerar, continua a ser uma fonte significativa de pressão, à qual se juntam despesas ainda por apurar relativas ao processo eleitoral em curso e à descentralização emergente.

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A taxa de juro de referência do sistema financeiro nacional (‘prime rate') vai descer de 20,40% para 20,20%, com efeitos a partir Novembro, anunciaram ontem a Associação Moçambicana de Bancos e o banco central, em comunicado.

A descida mensal de 0,20 pontos percentuais é das mais ligeiras desde a criação da taxa de referência, em vigor há 18 meses, e segue-se à registada em Outubro, que baixou 1,35 pontos.

Desde que foi criada, a taxa de referência tem vindo sempre a baixar e já caiu 7,55 pontos percentuais.

A criação da 'prime rate' foi acordada a 17 de Maio de 2017 entre o banco central e a Associação Moçambicana de Bancos (AMB) para eliminar a proliferação de taxas de referência no custo do dinheiro e entrou em vigor a 01 de Junho de 2017.

O objectivo é que todas as operações de crédito sejam baseadas numa taxa única, "acrescida de uma margem (spread) que será adicionada ou subtraída à 'prime rate' mediante a análise de risco" de cada contrato, explicam os promotores.

Noutra tabela, ontem divulgada pela Associação Moçambicana de Bancos e o banco central, é apresentado o 'spread' padrão (acréscimo à taxa de juro) de 16 instituições de crédito.

No crédito a particulares e consoante o banco, essa margem pode variar entre 10,75 e 2,5 pontos percentuais para o crédito ao consumo e entre um e seis pontos para crédito à habitação.

No crédito às empresas, a margem pode ser nula ou ir até 10 pontos para empréstimos a um ano, ou variar entre um e 10 pontos para prazos maiores.

As operações de ‘leasing' estão sujeitas a ‘spreads' entre dois e cinco pontos para ‘leasing' mobiliário e entre dois e 4,5 para ‘leasing' imobiliário.

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O BANCO de Moçambique (BM) sensibiliza mais de 16 mil crianças e jovens em idade escolar, em 31 distritos do país, sobre a importância da poupança com vista a aumentar a sua confiança em relação ao sector financeiro existentes no mercado. Leia mais

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