Director: Lázaro Manhiça

A SELECÇÃO Nacional Sub-20 de Futebol joga hoje, pelas 15.00 horas, no campo da HCB, diante da União Desportiva do Songo, neste que é o primeiro encontro inserido na sua preparação com vista ao Campeonato Africano das Nações (CAN), que terá lugar na Mauritânia no próximo mês.

Depois de ter observado ontem um treino conjunto que teve por objectivo ensaiar alguns princípios de jogo, Dário Monteiro e a sua equipa técnica puderam examinar minuciosamente os jogadores que poderão compor a convocatória final.

Amanhã, quarta-feira, os “Mambinhas” medem forças com o Futebol Clube Bagamoyo, campeão provincial ido do distrito de Moatize, província de Tete. 

O combinado nacional terminará a sua estada na vila do Songo na quinta-feira, donde seguirá viagem a Nampula por mais dez dias, prevendo realizar alguns jogos com os Ferroviários de Nacala e de Nampula.

Segundo o director do Gabinete Técnico da Federação Moçambicana de Futebol (FMF), estes terão a possibilidade de efectuar alguns jogos com as selecções Sub-20 da Zambézia, Cabo Delegado e Nampula.

A par disso, ainda ontem os representantes moçambicanos puderam efectuar uma visita rápida guiada à Barragem da Hidroeléctrica de Cahora Bassa bem como à albufeira localizada naquele recinto.

 

“Esta foi uma oportunidade destes briosos rapazes conhecerem este grande empreendimento do país. Pudemos mostrar a funcionalidade de alguns equipamentos de processo de produção de energia, transporte e os países para os quais a nossa energia é vendida. Eles puderam conhecer a albufeira de Cahora Bassa, que é um depósito de água, o paredão, as comportas, estas que muitas vezes as pessoas têm falado, enfim, foi uma experiência única”, explicou Luís Canhemba, director do Gabinete do Conselho de Administração da HCB.

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O BASQUETEBOL voltou,último fim-de-semana, depois de cerca de nove meses, à capital do país com o Torneio Nutrição, e com ele as surpresas.

Um dos resultados mais surpreendentes foi a derrota do Ferroviário, em femininos, diante do Maxaquene. As bicampeãs africanas foram humilhadas pela modesta formação “tricolor”por 20 pontos (57-77)!

Sem poder contar com a sua equipa principal, que só na última terça-feira iniciou a pré-época, as “locomotivas”, agora lideradas pelo experiente técnico Nasir Salé,foram ao primeiro embate do “Nutrição” com uma equipa alternativa.  O Maxaquene, esse, não se fez de rogado e aproveitou o ensejo para aplicar um dos resultados mais expressivos da última década às heptacampeãs nacionais.

No próximo fim-de-semana,as duas equipas defrontam, curiosamente, o mesmo adversário: Costa do Sol! Primeiro será o Maxaquene, na sexta-feira, a digladiar-se com as “canarinhas”, a contar para a terceira jornada, no pavilhão do Desportivo, às 18:00h.  Já no sábado, caberá às “locomotivas”, que deverão continuar com a sua equipa B, medir forças com o clube do seu ex-treinador, Leonel “Mabê” Manhique. O desafio que contará para a quarta jornada está agendado para o pavilhão do Desportivo, às 15:00h.

 

FERROVIÁRIO APLICA “CHAPA 100”

Se em femininos a sorte não sorriu aos “locomotivas”, em masculinos o Ferroviário protagonizouo resultado mais volumoso, ao aplicar “chapa 100” ao Aeroporto. Os “locomotivas” venceram por uma diferença de 53 pontos (67-120).

Na outra partida que marcou o arranque do Torneio Nutrição, em masculinos, o Desportivo enfrentou dificuldades para vencer o Atlético de Maputo. Os “alvi-negros” acabariam por vencer por cinco pontos (73-79).

Os próximos jogos disputam-se sábado e domingo. Para o Grupo A, Matolinhas recebe A Politécnica, sábado, às 20:00h, no pavilhão do Desportivo. Já no domingo, a contar para o mesmo grupo, Maxaquene recebe Matolinhas, às 19:00h, no mesmo pavilhão.

Contudo, o jogo mais aguardado está no Grupo B. É o sensacional Ferroviário de Maputo-Costa do Sol, finalistas da última Liga Moçambicana de Basquetebol. O clássico está marcado para sábado, às 20:00h, no pavilhão do Desportivo, desafio que conta para a terceira jornada. Entretanto, o Costa do Sol volta a jogar domingo, às 17:00h, diante do Aeroporto, desta feita para a quarta jornada.

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A SELECÇÃO Nacional de Futebol de Sub-20, os “Mambinhas”, defronta amanhã, no campo da Hidroeléctrica da Cahora Bassa (HCB), os vice-campeões nacionais, União Desportiva do Songo, neste que será o primeiro jogo inserido na primeira fase de preparação da sua participação no Campeonato Africano das Nações (CAN) que terá lugar na Mauritânia, no próximo mês.

Já na quarta-feira, o combinado nacional medirá forças com o Futebol Clube Bagamoyo, de Moatize, campeão provincial de Tete. O plano de preparação para o CAN terá continuidade na província de Nampula, outro ponto a ser escalado pela delegação moçambicana.

Enquanto isso, os “Mambinhas”realizam hoje um treino normal, depois de terem cumprido dez dias de sessões bidiárias.

Dois princípios nortearam a escolha de Songo como o sítio ideal para a preparação desde jogo. Por um lado, encontrar ambientes com características que se aproximem às que vão encontrar na Mauritânia, país que é caracterizado por altas temperaturas. Por outro lado, elevar a fasquia de exigências dos testes, colocando desafios num patamar competitivo altos os jogadores.

“Pretendemos, com este jogos, avaliar os níveis de evolução da equipa. Terminámos as sessões bidiárias no sábado, em que vínhamos trabalhando desde Maputo na componente física, sempre em contacto permanente com a bola. Depois daqui seguiremos para Nampula, onde daremos continuidade aos nossos trabalhos”, conta Dário Monteiro.

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O EXTREMO da Selecção Nacional sénior masculina de basquetebol, David Canivete Jr., é o novo capitão do combinado nacional. O valioso extremo assumiu o estatuto de líder do grupo depois que Custódio Muchate, então capitão, retirou-se da Selecção Nacional. Para Miguel Guambe, treinador principal da equipa de todos nós, dois factores pesaram para a indicação do internacional moçambicano: antiguidade e capacidade de liderança.

David Canivete, reagindo pela primeira vez como capitão do combinado nacional, disse que “já me sentia um dos líderes no seio do grupo. Só é novidade ser capitão, mas já estou aqui há bastante tempo, toda a gente me conhece. Estou aqui para dar o meu contributo, seja como capitão ou apenas como atleta. Espero que estejamos todos alinhados com o objectivo, que é perder o menor número de jogos para conseguirmos a qualificação ao Afrobasket, o que seria maravilhoso para este grupo jovem e batalhador”, disse o atleta do Ferroviário de Maputo, para depois comentar sobre os trabalhos do combinado nacional, que se prepara para a segunda janela de qualificação ao Afrobasket.

“Os treinos estão a decorrer de forma tranquila, embora tenhamos tido uma paragem de cerca de cinco dias para as festas do Natal e fim do ano. Mas regressámos e os treinos têm sido produtivos. Temos pautado por treinos mais concentrados na defesa, que foi nosso “calcanhar de Aquiles” na primeira janela, e aspectos ofensivos. Acredito que até lá (segunda janela de qualificação) estaremos num nível que não conseguimos apresentar em Kigali”.

Quanto ao processo de integração de novos jogadores, o camisola 6 considera que está a ser natural, até porque são jovens batalhadores e humildes, como disse, e esses são dois aspectos essenciais para que singrem na Selecção Nacional. Está a ser um processo bonito. Já passei por isso, já fui apadrinhado e desejo maiores sucessos a todos”.

O novo líder da equipa de todos nós diz que é preciso que haja paciência, numa altura em que há renovação da equipa nacional. “Saíram 10 caras que vinham representando a Selecção Nacional e entraram outras 10, inclusive a equipa técnica. Portanto, temos que ser pacientes e, acima de tudo, acreditarmos no processo”.

Quanto ao trio da equipa técnica, o extremo – com passagens pelo Desportivo, Ferroviário da Beira e Ferroviário de Maputo – observou que vinha trabalhando ao nível de clubes com os treinadores Horácio e Miguel, sendo a primeira vez que trabalha às ordens de Macuácua, algo que diz que não vai interferir nos trabalhos, pois acredita que cada um dos treinadores que compõe a equipa técnica tem a sua qualidade.

“Unidos poderão ser capazes de cumprir com os nossos objectivos nesta janela, que é ganhar o maior número de jogos para nos qualificarmos: seria penoso Moçambique falhar a participação. Seriam oito anos sem Afrobasket; acho que merecemos a qualificação. Um Afrobasket sem Moçambique não seria bom para o basquetebol africano, porque todos estão acostumados a ver-nos lá. Por isso temos de continuar a trabalhar”.

A segunda janela de qualificação ao Afrobasket disputa-se entre os dias 19 e 21 de Fevereiro. Moçambique ocupa a última posição do seu grupo, liderado por Senegal, seguido por Angola e Quénia.

Caso o combinado nacional queira estar presente na fase final deve estar entre os primeiros três classificados do seu grupo, o que passa, pelo menos, por vencer Quénia por mais de 17 pontos e esperar que os quenianos não vençam nenhum desafio.

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A UNIÃO Desportiva do Songo (UDS) foi ontem afastada da Taça CAF pelo Napsa Star, da Zâmbia, ao consentir um empate a um golo no campo do Ferroviário da Beira em desafio pontuável para a segunda mão da primeira eliminatória de acesso à fase de grupos desta competição.

Depois do empate sem golos entre as duas equipas há 15 dias em Lusaka, ao representante moçambicano só a vitória servia para seguir em frente nesta prova, também denominada Taça Nelson Mandela, o que não conseguiu.  

Ontem, mesmo não tendo entrado bem no jogo, a equipa nacional até adiantou-se no marcador aos 22 minutos por intermédio de Lau King o mesmo que desperdiçou outras oportunidades de aumentar a vantagem antes do intervalo.

Na segunda parte, a UDS procurou o golo que lhe pudesse dar alguma tranquilidade mas sem a pontaria desejada acabando por conceder o empate aos 73 minutos da partida.

A partir daí, o Napsa Star foi “queimando” tempo com vários dos seus atletas a simularem lesões o que levou a muitas interrupções.

Consequentemente, o árbitro, do Lesotho, ainda deu quatro minutos de compensação mesmo assim insuficientes para a turma nacional marcar o golo da vitória que precisava, apesar de todo o esforço e das muitas substituições operadas pela sua equipa técnica.

Assim, com o afastamento da União Desportiva do Songo, Moçambique está fora de todas as provas da Confederação Africana de Futebol depois da eliminação do Costa do Sol pelo Platinum do Zimbabwe em finais do ano passado.

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